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Cristão, Caio Modesto é processado por muçulmana após críticas ao islamismo
O influenciador digital Caio Modesto afirmou, em um vídeo publicado recentemente em seu canal, que foi alvo de uma ação judicial movida pela criadora de conteúdo muçulmana Mariam Chami. Segundo ele, o processo teria sido motivado por argumentos apresentados em seus vídeos contra o islamismo.
Caio declarou que a ação pede indenização de R20milepreve^multadeR 5 mil caso os conteúdos questionados não sejam removidos. Ele também afirmou que alguns de seus vídeos já teriam sido retirados do ar por determinação judicial.
“Eu recebi o processo dela aqui e em nenhum momento ela tá falando que eu ofendo a pessoa dela, tá? O caráter dela ou algo do tipo, mas são as minhas falas, os meus argumentos”, disse.
O influenciador também alegou que outras criadoras de conteúdo cristãs teriam recebido notificações semelhantes para remover publicações críticas à influenciadora. Para ele, a medida representa uma tentativa de silenciar vozes divergentes.
Críticas à via judicial
Ao comentar o caso, Caio questionou a opção de Mariam Chami por recorrer à Justiça em vez de rebater publicamente suas colocações. “Sabe por que não faz um vídeo refutando, refutando os argumentos do Caio? […] Agora, processar simplesmente porque eu disse alguns argumentos que inclusive eu encontro base no Alcorão, na Shari e nos haditá, mas ela tá no direito dela como uma muçulmana que vive no Brasil”, declarou.
Visão do islamismo e remoção de conteúdos
No vídeo, o criador de conteúdo também criticou o que considera uma visão amenizada do islamismo nas redes sociais. Segundo ele, temas como casamento infantil e o tratamento dado às mulheres ainda são práticas vigentes em países governados por regimes teocráticos.
“Se um dia você assistiu um vídeo do canal e você salvou esse vídeo e de repente não apareceu mais, é porque foi derrubado pela justiça”, disse Caio ao se referir à remoção de conteúdos de seu canal. Com: Exibir Gospel.
