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Franklin Graham critica lei que permite aborto até o parto: “É assassinato”

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O evangelista Franklin Graham manifestou veemente oposição à nova legislação sobre aborto sancionada pela governadora de Massachusetts, Maura Healey, na última semana. A lei, que entra em vigor em 8 de novembro de 2026, autoriza a interrupção da gestação em estágios avançados, eliminando restrições anteriores que impediam o procedimento após 24 semanas em casos de fetos viáveis.

A governadora, ao assinar a Lei de Priorização do Acesso do Paciente, justificou a medida como uma forma de fortalecer a relação entre médicos e pacientes. No entanto, a decisão gerou forte reação de líderes religiosos e ativistas pró-vida.

Em publicação nas redes sociais, Graham comentou imagens que mostravam apoiadores da lei celebrando ao lado da governadora. “Isso me dá arrepios. Sorrisos e aplausos enquanto a governadora democrata de Massachusetts assina um projeto de lei que permite o aborto até o momento do parto em seu estado. Isso é assassinato. É maldade. Ela chama o aborto de assistência médica para mulheres. A Bíblia diz: ‘Ai daqueles que ao mal chamam bem e ao bem, mal!’ (Isaías 5:20). Esta governadora e aqueles que a aplaudem um dia comparecerão perante um Deus Santo; não creio que estarão aplaudindo então”, declarou.


Ativistas e organizações condenam a medida

A ativista pró-vida Lila Rose, presidente da organização Live Action, também repudiou a nova legislação. Ela classificou os abortos tardios como um “procedimento bárbaro” e afirmou que a norma autoriza “o assassinato intencional de crianças não nascidas até o momento do nascimento por QUALQUER motivo”.

A Massachusetts Citizens for Life, entidade de defesa da vida, também se posicionou contra a lei. Em nota oficial, a organização declarou: “Legalizar o aborto eletivo até o momento do parto em mães e bebês saudáveis capazes de sentir dor não tem a ver com uma relação médico-paciente, mas sim com a normalização da morte infantil por parte dos abortistas e a pressão exercida sobre mulheres vulneráveis”.


Debate alcança esfera nacional

O impacto da nova lei ultrapassou as fronteiras de Massachusetts e chegou ao cenário político nacional. Embora Donald Trump tenha apoiado medidas pró-vida ao longo de sua trajetória, ele atualmente defende que a regulamentação do aborto seja decidida por cada estado individualmente.

Já Chad Connelly, da organização Faith Wins, adota posição diferente. Para ele, é necessário estabelecer diretrizes federais sobre o tema. “Acho que algumas diretrizes federais terão que ser implementadas para que estados como Illinois, Massachusetts, Califórnia e Nova York não matem bebês até o momento do nascimento. Isso é simplesmente repugnante”, afirmou. Com: Exibir Gospel

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