vida cristã
Moro divulga Carta de Princípios, visando atrair voto dos cristãos
Pré-candidato à Presidência, ex-juiz defendeu a família e se posicionou contra o aborto.
O ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, divulgou uma “Carta de Princípios para os Cristãos”, visando atrair o foto dos fiéis.
A carta foi divulgada durante um ato político realizado na capital do Ceará, Fortaleza, juntamente com o senador Eduardo Girão. Na prática, a carta visa atrair o apoio dos evangélicos para a sua campanha à Presidência da República.
“Respeitaremos e trataremos com dignidade todas as pessoas, religiões e crenças, sem fomentar discursos de ódio, disseminação de preconceitos ou estereótipos contra qualquer pessoa, religiosa ou não”, diz um dos itens destacados pelo documento.
Com a ajuda do Dr. Uziel Santana, um respeitado advogado que presidiu a Associação Nacional de Juristas Evangélicos do Brasil (ANAJURE), o ex-juiz abordou alguns temas de interesse público, como o aborto.
“Defenderemos a não ampliação da legislação em relação ao aborto e faremos a defesa da preservação da vida humana em todas as suas manifestações, conforme lei brasileira em vigor”, diz o texto.
No documento, Moro também exalta o papel das igrejas e instituições religiosas no geral, no trabalho de ressocialização de detentos, recuperação de dependentes químicos, bem como em outros campos de atuação.
Moro afirma respeitar o papel da educação “familiar e social, respeitando o ensino privado confessional e a autoridade dos pais na condução da educação moral e religiosa dos filhos, nos termos das leis em vigor”.
Ao afirmar que valorizará a “a autonomia da instituição familiar”, Moro também defendeu o respeito às “preferências afetivas e sexuais de cada indivíduo”, pontuando que o “Estado deve evitar ao máximo invadir a esfera da liberdade privada, assim como deve preservar as crianças e adolescentes da sexualização precoce.”
Para ler a íntegra da “Carta de Princípios Para os Cristãos” elaborada por Sérgio Moro, clique aqui.