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Perseguição: missionária de 69 anos enfrenta 17 anos de prisão na Rússia

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A missionária Park Tae-Yeon, de 69 anos, está sendo julgada na Rússia e pode ser condenada a até 17 anos de reclusão. O motivo, contudo, é de causar indignação em qualquer pessoa que preza pela liberdade religiosa e de consciência.

Detida em janeiro de 2026, uma semana antes de seu retorno previsto à Coreia do Sul — onde planejava se aposentar após 33 anos de trabalho missionário —, ela é acusada pelas autoridades russas de violações migratórias e de suposto envolvimento em “acampamentos religiosos” na cidade de Khabarovsk.

As informações foram divulgadas pelo portal Persecution.org, com base em dados de 17 de agosto de 2026.

Park atua por meio da organização Child Evangelism Fellowship (CEF). Em 6 de julho, a CEF-USA, ligada à missionária, foi classificada como “organização indesejável” na Rússia — mais um sinal da crescente repressão a ministérios e grupos cristãos no país.

A Voice of the Martyrs Korea tem apoiado Park Tae-Yeon, inclusive com a organização de uma petição global por sua libertação, que já reuniu mais de 4 mil assinaturas. A International Christian Concern (ICC) também se manifestou: “Por favor, orem pela saúde da Missionária Park e por sua rápida libertação”, pediu um porta-voz da entidade.

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