estudos bíblicos
Contrastes na adoração da Antiga e Nova Aliança
Devemos perceber a centralidade de Cristo nas figuras do Antigo Testamento, descermos fundo no estudo dos tipos bíblicos para subirmos alto em adoração ao Senhor!
Conclusão
Pode parecer preciosismo, mas o estudo da tipologia bíblica deve afinar nosso discurso e remover os vícios de linguagem e as “gírias” do nosso evangeliquês. Devemos perceber a centralidade de Cristo nas figuras do Antigo Testamento, descermos fundo no estudo dos tipos bíblicos para subirmos alto em adoração ao Senhor! O autor da Carta aos Hebreus desejava que seus leitores imediatos fossem diligentes no estudo destes assuntos para que pudessem aprender coisas ainda mais profundas da fé cristã (Hb 5.11-14).
Certamente esta é a expectativa de Deus para nós hoje: que honremos a Cristo e busquemos conhecer mais quem ele é e a singularidade da obra que ele realizou por nós! Pensar nos assuntos do alto é certamente uma das mais nobres ocupações a que somos chamados. “Nas horas que passo pensando em Jesus, as trevas desfaço, buscando a luz. Que horas de vida tão doces pra mim! Jesus me convida que eu suba pra si” (Hino 17 da Harpa Cristã).
Por último: que nossa reflexão dominical possa traduzir-se em adoração diária Àquele que é digno de receber honra, glória e louvor, o nosso Sumo Sacerdote-Rei, Jesus Cristo!
REFERÊNCIAS
(1) Orton Wiley. A excelência da nova aliança em Cristo: comentário exaustivo da Carta aos Hebreus. Central Gospel, p. 373
(2) Norman Geisler. Manual de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia, Mundo Cristão, pp. 525,6
(3) José Gonçalves. A supremacia de Cristo: fé, esperança e ânimo na carta aos Hebreus, CPAD, pp. 87,8
(4) Russel N. Champlin. Enciclopédia de Bíblia, Teologia, e Filosofia, Hagnos, vol. 6, p. 623