Rafael e Paula são missionários na Jordânia, país de maioria muçulmana.
Os "crimes" cometidos por eles foram organizar e liderar igrejas domésticas, e "blasfemar" contra o Islã.
Segundo as autoridades, o local do sepultamento estava próximo a um cemitério muçulmano.
Três homens foram presos e deverão responder pelo crime.
O filho de um deles já havia desaparecido em 2016, mas a polícia não investigou e nem puniu os responsáveis pelo incidente.
Igreja funcionava como um museu e agora ficará aberta ao público muçulmano.
Entre as vítimas, 13 pertenciam a mesma família.
Pedido foi feito pela Arábia Saudita, único país onde é proibido ter igrejas.
Campanha policial força ex-muçulmanos a retornar ao islamismo.
Polícia recebeu informações que braço do Estado Islâmico está planejando um ataque no país antes do dia 1º de agosto.