igreja perseguida
Adolescente cristã foi convertida a força ao Islã e teve 5 abortos forçados
Adolescente foi sequestrada e teve certidão de nascimento falsificada.
Uma adolescente cristã paquistanesa foi sequestrada em 2019, convertida ao Islã contra a sua vontade e obrigada a se casar com um homem mais velho, sendo resgatada no início deste ano e devolvida a sua família.
Joel Veldkamp, oficial de comunicações internacionais da Christian Solidarity International (CSI), uma organização cristã de direitos humanos, contou recentemente ao Faithwire sobre a trágica história de Sadaf Khan.
“Em fevereiro de 2019, Sadaf tinha 14 anos e foi sequestrada de sua casa. Ela simplesmente desapareceu. Os pais dela não faziam ideia de para onde ela foi”, explicou Veldkamp. “E então … eles receberam uma notificação da polícia, ‘A propósito, sua filha se converteu ao Islã e agora ela é casada com um homem que é muito mais velho do que ela.'”
Os pais de Sadaf, que são cristãos em um país de maioria muçulmana, contrataram um advogado e entraram com ação na justiça contra o homem que havia sequestrado a filha.
De acordo com os relatos, a adolescente apareceu totalmente coberta e foi proibida de falar com a mãe no tribunal.
Apesar de não conseguirem ver suas expressões faciais durante o processo, eles sabiam que ela estava visivelmente desconfortável e com “tanto medo”.
“O sequestrador … seu suposto marido trouxe uma certidão de nascimento falsa que dizia que ela tinha 18 anos, o que significa que ela é livre para tomar suas próprias decisões”, disse Veldkamp. “Então, o juiz simplesmente não permitiu que ela falasse, não fez perguntas, apenas olhou para a certidão de nascimento falsificada e disse: ‘Ok, sim, isso é bom.’”
No ano de 2020 a família de Sadaf não conseguiu reverter a situação nos tribunais, mas foi em 30 de abril de 2021, que um advogado apoiado por CSI conseguiu fazer com que o caso fosse ouvido por um tribunal de apelações.
Foi lá que a família de Sadaf finalmente alcançou a vitória, mas ela não veio sem feridas profundas e cicatrizes. O tribunal de apelações decidiu que o casamento e a conversão eram ilegítimos e Sadaf estava livre para voltar com sua família.
“Ela não tinha idade suficiente para tomar essa decisão por si mesma e, felizmente, neste caso, a justiça foi feita”, disse Veldkamp. “Ela conseguiu voltar para a casa da família e, ao chegar em casa, pôde realmente falar pela primeira vez e falar sobre o que passou.
“É muito claro que ela foi usada, essencialmente, como uma escrava sexual e empregada doméstica por esta família”, disse ele. “E ela nos contou que fez cinco … abortos forçados durante seus 2 anos e meio de cativeiro.”
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