política
As tentativas (por hora fracassadas) de “terceiromundanização” do Ocidente
Com a expressão, refiro-me a uma clara “pobreza”, mas não do aspecto físico, e sim do metafísico, isto é, “da alma”.
As últimas eleições estadunidenses para presidência marcaram um sentimento que – talvez seja cedo demais para este tipo de assertiva -, pelo menos em tese, sinalize uma mudança da percepção da população geral no ocidente acerca dos rumos que governos, ONG´s e um sem número de entidades esforçam-se há tempos para conseguir.
Estes rumos convergem para um só propósito, cujo título, propositalmente esdrúxulo, chamo de “terceiromundanização”. Não é uma pilhéria piegas apenas com o chamado “Terceiro Mundo”, pois faço parte dele e, embora sorrir de si próprio às vezes seja uma excelente terapia, meu caso aqui não é escrever terapeuticamente, mas expressar um pouco com você, prezado internauta, uma breve análise do que tem acontecido.
Com a expressão, refiro-me a uma clara “pobreza”, mas não do aspecto físico, e sim do metafísico, isto é, “da alma”. A “pobreza” a que querem lançar todo o Ocidente é um estado de miséria muito, muito pior do que a que se limita ao aspecto físico. Mas, parece-me que os que estão nesta batalha para subjugar toda a população ocidental não terão uma vitória tão fácil assim.
Há muito tempo, líderes ocidentais embriagados com os conceitos do “politicamente correto” tentam a ferro e fogo empurrá-los “goela abaixo” da população em geral. A recusa populacional, contudo, faz-se presente constantemente. Quem não se lembra das famosas manifestações de dois anos atrás, na França, um dos países mais secularizados do mundo, mas cuja população demonstrou seu alto grau de conservadorismo ao ir à rua protestar contra a tentativa de se mudarem as leis do país quanto à adoção, por parte de um forte lobby político que defendia que crianças fossem adotadas por casais homossexuais.
A imprensa ocidental, obedecendo cega e firmemente ao stablishment anticristão global, teceu inúmeras e volumosas críticas à população, numa pueril tentativa de convencer o povo de que o mesmo não só estava completamente errado, como se quisesse demonstrar com pesquisas e relatos no mínimo duvidosos que os milênios da família tradicional e todos os conceitos que a sustentam estavam fundamentalmente errados. Graças a Deus, não conseguiram.
As eleições estadunidenses, desse lado de cá do Atlântico, culminaram numa maciça e expressiva indicação da população daquele país de que sua resposta à socialização democrata, liderada por figuras como como Barack Obama e Hillary Clinton, seria de oposição. Considerado o pior presidente do país desde a Segunda Guerra Mundial, ganhando inclusive de George W. Bush (cf. http://exame.abril.com.br/mundo/americanos-apontam-obama-como-pior-presidente-desde-a-2a-gm/), Obama, cujo governo social-democrata iniciara sob euforia, com presságios de ser uma apoteose dos que lutaram pela socialização política do Ocidente, termina em ostracismo, repúdio e histórica rejeição.
E não é para menos: a percepção geral de grande parte do povo americano, acerca do governo Obama, foi de retrocesso absoluto nas relações civis de poder, com o aumento do desrespeito às autoridades, crescimento explosivo da violência nas fronteiras por causa das drogas, aumento do tráfico, do desemprego, além de resultados pífios na economia que, como todos nós sabemos, é a mais pujante do planeta.
Tudo isto, mais o discurso ainda mais radical de Hillary, alicerçado por e-mails vazados que confirmaram seu ódio aos cristãos evangélicos e seu apoio a sistemas totalitários islâmicos, onde os direitos civis são destruídos indiscriminadamente, levaram a um retumbante “Não!” da população às pretensões dos social-democratas.
O Parlamento Europeu, bem como todo o chamado Mercado Comum Europeu sofreu um duro golpe com a saída da Inglaterra do bloco econômico. Acumulando perdas e com parcas e improváveis aberturas de novos negócios para nação inglesa, os britânicos, historicamente um povo politizado, decidiu previamente em referendo popular por um “tchau” às políticas globalizadoras dos poderosos do bloco, como são os alemães, na atualidade.
O que se observa, apesar das previsões apocalípticas para a Europa e, consequentemente, para o resto do mundo, feitas pelos alarmistas social-democratas europeus de plantão, é justamente um paulatino reajuste britânico de metas econômicas e fiscais – importantes para quaisquer países -, bem como um aumento da identidade nacional, sentimento que é constantemente minado pelos poderosos das entidades globalistas, que veem na própria unidade nacional dos países um entrave aos seus planos de uma “Nova Ordem Mundial”.
Mas, não nos enganemos, prezado internauta. Por trás disto tudo, está um antigo e sombrio sentimento anticristão, acima de tudo. Porque a base, o fundamento primeiro da civilização ocidental como a conhecemos hoje é o Cristianismo. Foi o Cristianismo e todas as mudanças que trouxe consigo, que tiraram a Europa e, posteriormente a América do Norte, do mar de caos civilizacional e superstição em que jazia este hemisfério.
O Cristianismo, em termos civis, foi a mola propulsora para a própria formação de sociedades de “livres pensadores”, os quais, quando não enveredaram por bobagens anti-teístas ou revolucionárias (como os franceses dos séculos XVII e XVIII), tiveram ideias extraordinárias, como aquelas que levaram à formação dos Estados Nacionais, que são as democracias mais libertárias que temos hoje.
Todo o progresso científico, que, outrora não se opunha ao conhecimento do divino e que é ele mesmo fruto do esforço da cosmovisão cristã, está sob ameaça por movimentos que patentemente querem lançar o Ocidente novamente numa época de trevas, superstição e barbárie, maquiadas por discursos “evoluídos” de gente que, na academia, nos governos ou na mídia, insiste em querer ter o monopólio do direito de dizer a todas as pessoas, sob sua influência, o que é “melhor” para elas próprias.
Uma sede de domínio tirânico que vê no Cristianismo a “pedra no sapato” para sua consolidação, frente, é verdade, a uma população que sabe se defender cada vez menos, tem-se mostrado impassível e até refém desta tirania velada e disfarçada do bom mocismo do politicamente correto, mas que nada tem de “bom” e menos de “correto”. Os gritos das populações contra estas tiranias disfarçadas me dão esperança. Pelo menos, por hora, não conseguirão “terceiromundanizar” o Ocidente!!

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