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Atentado que matou fiéis em igreja na França foi vingança

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Atentado que matou fiéis em igreja na França foi vingança, diz muçulmano

O tunisiano Brahim Aouissaoui, de 25 anos, confessou na segunda-feira, 26 de fevereiro de 2025, durante seu julgamento, a autoria do ataque ocorrido em 29 de outubro de 2020, na Basílica de Notre Dame de Nice, na França, que resultou na morte de três pessoas.

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Aouissaoui, que matou duas vítimas e decapitou uma terceira, alegou que suas ações foram uma resposta aos ataques contra muçulmanos no exterior, afirmando que os muçulmanos mortos “também são pessoas” e que as vítimas ocidentais não demonstram empatia por eles.

O agressor também declarou não se lembrar do ataque, apesar dos exames médicos indicarem que ele não apresentava danos cerebrais ou prejuízos no julgamento. De acordo com as autoridades, Aouissaoui tinha o intuito de realizar um atentado na França antes de deixar a Tunísia, e carregava três facas e um Alcorão em sua mochila ao entrar na igreja.

O ataque, que também vitimou o sacristão Vincent Loquès e Simone Barreto Silva, gerou uma onda de segurança reforçada em igrejas francesas e uma forte reação entre a comunidade muçulmana. Líderes muçulmanos, como o imã Lahouary Siali, repudiaram o ato, reafirmando que não havia qualquer justificativa religiosa para a violência contra inocentes.

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A sentença para Aouissaoui está prevista para ocorrer nos próximos dias, com os promotores pedindo prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional, conforme o precedente estabelecido no caso de Salah Abdeslam, condenado pelos atentados de 2015 em Paris, conforme informado pelo The Christian Post.

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