sociedade
Ativistas pedem que Airbnb retire patrocínio olímpico por abusos na China
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim começam em 4 de fevereiro de 2022.

A empresa Airbnb, que oferece serviços de hospedagem comunitária em todo o mundo, tem recebido pedidos de ativistas pelos direitos humanos para que cancele seu patrocínio para os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, no ano que vem, a medida em que o Partido Comunista da China intensifica o genocídio contra os uigures.
Grupos de oposição às violações de direitos na China estão denunciando o regime comunista da chinês, liderado pelo ditador Xi Jinping, por infringir direitos humanos e perseguir pessoas que praticam a fé, principalmente cristãos e muçulmanos. Eles agora pedem que as empresas não apoiem esses atos criminosos.
Uma carta compartilhada pela Associated Press, enviada ao CEO do Airbnb, Brian Chesky, argumenta que a empresa está impulsionando o turismo na China às custas dos uigures e tibetanos que não podem viajar livremente no país, já que estão sendo perseguidos pela ditadura.
“O Airbnb também está encobrindo o horrível histórico de direitos humanos da China e normalizando para o público o que é reconhecido pela lei internacional como um ambiente profundamente restritivo”, disse a carta. “A Airbnb não deveria encorajar uma indústria turística mais ampla a ser apoiada e a florescer às custas dos direitos uigures e tibetanos.”
Uigures
Um relatório recente reforçou a acusação contra líderes comunistas chineses por genocídio contra milhões de uigures, uma minoria étnica chinesa que pratica o islamismo. O relatório da Newline Institute for Strategy and Policy, com sede em Washington, Estados Unidos, acusa a China de estar matando pessoas.
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim começam em 4 de fevereiro de 2022.
Em resposta, o regime totalitário da China diz que “motivos políticos” estão por trás do esforço de boicote. Os chineses descrevem os campos de detenção em Xinjiang como centros vocacionais, em vez de campos de concentração ou “campos de reeducação”, como foram apelidados pelos críticos do brutal regime comunista.
“A China rejeita firmemente a politização do esporte e se opõe ao uso de questões de direitos humanos para interferir nos assuntos internos de outros países”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, no início deste mês. De acordo com a CBN News, ele disse ainda que uma tentativa de boicote “está fadada ao fracasso”.

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