igreja perseguida
Autoridades comunistas tentam incriminar evangelista chinês
Chen encorajou outros cristãos a lidarem com as questões policiais com sabedoria.
Chen Wensheng, evangelista de rua na China, revelou que seus amigos cristãos foram enganados e intimidados por agências governamentais, que os pressionaram a acusá-lo de trair os cristãos.
Membro da Igreja Xiaoqun, Chen enfrentou um vício em drogas por mais de uma década antes de se converter à fé em Cristo. Desde então, ele se recuperou do vício e se dedicou a compartilhar as boas novas.
O ministério de Chen como evangelista de rua era público e visível. Em suas pregações, ele segurava uma cruz com as palavras “Glorifique o Salvador” e “Arrependa-se e confie para ser salvo”. No ano passado, o Departamento de Segurança Nacional o confrontou, alegando que ele havia pregado o evangelho publicamente mais de mil vezes, uma média de quatro a cinco vezes por mês. Como resultado, Chen foi detido várias vezes, sendo seis vezes apenas em 2021.
As autoridades locais, incluindo a Segurança do Estado da cidade de Hengyang e o Departamento de Trabalho da Frente Unida, ameaçaram a esposa e a nora de Chen. Foram até a escola onde a nora trabalha para intimidá-la e até ameaçaram a neta de Chen, dizendo que ela não seria capaz de fazer o exame nacional de serviço público no futuro. Diante disso, Chen se manteve firme em sua missão de pregar o evangelho, mesmo na prisão.
Após intimidar a família de Chen, a polícia e outras organizações começaram a entrevistar vários cristãos de seu círculo de amizades. Eles usaram táticas dissimuladas e enganosas para obter falsos testemunhos contra o evangelista de rua.
Um casal cristão chegou a acusar Chen de ser um “Judas” na frente dele, afirmando que ele os entregou para a polícia. Chen respondeu que nunca esteve em sua casa e nem sabia onde moravam.
Outro cristão, enganado pelas autoridades, afirmou que Chen havia dito à polícia que não participou da organização do evangelismo público, colocando a culpa e acusando esse cristão anônimo de ser o único responsável.
Em resposta, Chen Wensheng publicou uma declaração pessoal nas redes sociais em junho, afirmando sua lealdade aos cristãos e seu compromisso com a verdade. Ele pediu orações pelas famílias envolvidas e para que não fossem enganadas pelo diabo. Um cristão percebeu que havia sido enganado após ler a declaração de Chen e pediu perdão.
Chen encorajou outros cristãos a lidarem com as questões policiais com sabedoria e coragem, orando e pregando o evangelho com ousadia. Ele acredita que a prisão é o melhor lugar para compartilhar o evangelho, pois foi lá que ele mesmo se tornou cristão.
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