igreja perseguida
Deputado tenta impedir cristãos e judeus de ingressarem para a polícia
Lei inconstitucional é modificada depois que organizações rebatem deputado.

Projeto de lei da Califórnia teve que ter sua redação modificada, depois que o deputado afirmou que certos cristãos, judeus e até muçulmanos teriam que ser impedidos de se tornarem policiais por causa de suas crenças.
Ash Kalra (D-San Jose), membro democrata da assembleia, declarou para a California Law Enforcement Accountability Reform que queria eliminar extremistas da aplicação da lei no Estado, incluindo policiais pertencentes a “grupos de ódio”.
Porém os opositores argumentaram que os “grupos de ódio” no projeto de lei era tão amplo que incluia policiais expressando opiniões religiosas ou políticas em temas polêmicos como casamento, aborto e gênero.
Aqueles que pertenciam a uma igreja conservadora, sinagoga, mesquita ou partido político também estavam incluídos nesse grupo extremista.
O projeto de lei dizia que “uma organização que, com base em suas declarações oficiais ou princípios, as declarações de seus líderes ou suas atividades, apoia, defende ou pratica a negação dos direitos constitucionais do genocídio de, ou violência contra qualquer grupo de pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, religião, gênero, identidade de gênero, orientação sexual ou deficiência. ”
A definição foi rebatida pelo professor de direito constitucional da UC Hasting, David Levine, que disse à KPIX-TV que é muito provável que o projeto seria considerado inconstitucional no tribunal por atacar as questões de liberdade de expressão e religião.
“As definições de um grupo de ódio, em particular, são tão amplas que abrangem todos os tipos de grupos que ninguém diria que realmente constituem algum tipo de grupo de ódio problemático”, explicou Levine.
Segundo ele até a igreja católica entraria no grupo de ódio por manter visões religiosas e políticas que diferem da Suprema Corte, como o casamento e o aborto.
Kalra se manteve firme no começo sobre a lei e disse que os policiais deveriam ter pontos de vistas pessoais aprovados pela comunidade, e ainda enfatizou que “Você tem o direito constitucional de ter pontos de vista racistas e fanáticos. Você não tem o direito constitucional de ser policial”.
Depois que o público e várias organizações se juntaram para expressar as suas preocupações sobre o projeto de lei AB 655, Kalra reconheceu a polêmica e retirou a frase “a negação dos direitos constitucionais de”, segundo a Faith Wire.

-
justiça3 dias atrás
Nicodemus sobre Malafaia: ‘Juízes darão contas a Deus’
-
igreja4 dias atrás
Candidatura de Malafaia à presidência gera debate entre pastores
-
política4 dias atrás
Profecia na AD Perus envia recado a Tarcísio: ‘Fica na cadeira’
-
política3 dias atrás
Otoni de Paula critica Malafaia e diz que pastor busca ser preso
-
cultura2 dias atrás
Pastor encoraja fiéis à ‘pureza’ e alerta contra nudez na mídia
-
política4 dias atrás
Paraná Pesquisas: Bolsonaro e Michelle superam Lula
-
igreja4 dias atrás
Mulher pode ser pastora? Vídeo descreve o que a Bíblia revela
-
igreja4 dias atrás
Pastor afastado por ‘pecados antigos’ retoma pregação após um ano
-
política2 dias atrás
Michelle reage após ordem de Moraes reforçar vigilância sobre Bolsonaro
-
música2 dias atrás
Globo toca Oficina G3 na novela ‘Dona de Mim’
-
eventos & conferências4 dias atrás
Conferência da Lagoinha para líderes reúne milhares em SP
-
testemunhos2 dias atrás
Missionária relata origem do comunismo na Coreia do Norte