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Homem é detido pela Polícia após vandalizar igreja em NY

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A polícia usou uma arma de choque para conter um homem que invadiu uma igreja em Nova York durante uma celebração religiosa, e as autoridades afirmaram que a intervenção ocorreu de forma rápida.

A ocorrência foi registrada durante uma missa na Igreja Católica Romana de Santa Ana, em Staten Island, após policiais serem acionados porque o homem passou a provocar tumulto no templo. Ele não cooperou com a abordagem e entrou em confronto físico com os agentes, segundo a emissora ABC 7 New York.

Durante a contenção, o confronto causou danos ao altar e algumas flores foram lançadas, conforme relataram as informações divulgadas. A polícia imobilizou o homem com a arma de choque e o algemou após resistência, e dois policiais tiveram ferimentos leves na ação.

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Um vídeo amador divulgado pelo veículo mostrou o homem e policiais trocando socos em frente ao santuário, enquanto ele gritava ao longo do episódio. As autoridades não divulgaram o motivo da perturbação e informaram que ele não era membro da congregação; o homem foi levado ao hospital para avaliação, e a identidade não havia sido confirmada publicamente, com acusações ainda não anunciadas.

Na missa da tarde de sábado, o reverendo Steve Challman mencionou o caso de forma breve. “Tivemos alguns dias difíceis aqui em St. Ann’s”, afirmou. “Mas nos encontramos reunidos aqui, como fazemos todas as semanas, na presença do Senhor”, declarou. “E como família paroquial, oramos por todos os que foram afetados pelos eventos de ontem e agradecemos aos membros do Departamento de Polícia de Nova York que estão conosco esta noite e que passam todos os dias protegendo Staten Island.”

Em agosto do ano passado, o Family Research Council divulgou um relatório apontando mais de 400 atos de hostilidade contra igrejas registrados nos Estados Unidos em 2024. O documento afirmou ter reunido 415 ocorrências em 43 estados, com impacto em 383 igrejas, com base em documentos públicos, reportagens e registros oficiais.

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O relatório avaliou que as motivações de muitos episódios não foram esclarecidas e relacionou o aumento desses crimes a um cenário de menor frequência a cultos e menor identificação religiosa no país. “Embora as motivações para muitos desses incidentes permaneçam desconhecidas, o aumento dos crimes contra igrejas está ocorrendo em um contexto no qual menos americanos frequentam cultos religiosos ou se identificam com uma fé específica”, afirmou o documento.

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