igreja perseguida
Juiz decide que abrigo para mulheres não são obrigados a receberem trans
Juíza decide que lei contra discriminação LGBT não força abrigo de mulheres cristãs a admitir homens biológicos.
Na segunda-feira, a juíza Sharon Gleason, do Tribunal Distrital dos EUA, determinou que o Downtown Soup Kitchen Hope Center de Anchorage não tem a posição de processar a cidade por uma revisão de que locais de acomodação pública não podem discriminar com base na orientação sexual ou identidade de gênero.
O centro não é um local de acomodação pública, portanto, o abrigo criado para servir mulheres agredidas e mulheres sem-teto, não terá que admitir homens travestis. Gleason concedeu uma moção da prefeitura para anular o caso por falta de posição, pois o município alega que o estatuto não se aplica às operações do centro.
A decisão decorre de anos de litígio que começaram quando um homem identificado trans, apresentou uma queixa à Comissão de Direitos Iguais de Anchorage em 2018. Ele alegou que o Downtown Soup Kitchen Hope Center violou o Código Municipal de Anchorage ao recusar sua entrada no abrigo.
De acordo com The Christian Post, ele teria aparecido no local bêbado e ferido e a caridade alega que pagou um táxi para o mesmo e o encaminhou para um hospital.
Na época, o código municipal declarava ilegal que um local de acomodação pública recuse ou retenha a uma pessoa a usar de suas acomodações, instalações, benefícios, privilégios, serviços ou bens por conta de sexo ou identidade de gênero.
A Comissão de Direitos Iguais apresentou uma queixa de discriminação contra o Downtown Soup Kitchen Hope Center. Mais tarde naquele ano, o centro entrou com uma ação judicial contra a cidade.
A Alliance Defending Freedom insistiu em um relatório legal que o abrigo não tinha que cumprir a disposição de não discriminação porque não era uma acomodação pública, mas um ministério religioso.
“As organizações sem fins lucrativos baseadas na fé devem ser livres para servir consistentemente com sua fé sem medo de punições governamentais injustas. Estamos satisfeitos que o tribunal tenha permitido que o centro continue protegendo as mulheres e operando de acordo com suas crenças religiosas”, disse Ryan Tucker, diretor do Centro de Ministérios Cristãos da ADF.
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