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Marisa Lobo rebate Damares: “Ela abandonou aliados no ministério”

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Marisa Lobo rebate Damares: "Ela abandonou aliados no ministério"
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A psicóloga e pré-candidata a deputada federal pelo União Brasil-PR, Marisa Lobo, publicou um artigo em que rebate declarações recentes da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) a respeito da atuação da direita brasileira.

No texto, Marisa contesta a afirmação de Damares de que “a direita é um exército que deixa seus soldados para trás” e devolve a acusação, sustentando que a própria senadora teria adotado, ao longo de sua carreira política, exatamente a postura que criticou.

De acordo com Marisa Lobo, durante o período em que Damares esteve à frente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, aliados teriam sido deixados de lado para dar espaço a nomes ligados a pautas progressistas. Ela cita como exemplos o pastor Washington de Sá, da Lagoinha Global, e Sandra Terena, entre outros que, segundo a psicóloga, foram afastados na gestão da senadora.

A pré-candidata também direcionou críticas à atuação de Damares no Senado, afirmando que a parlamentar estaria atrapalhando a articulação da direita em um momento que ela considera crucial para o grupo. Na avaliação de Marisa, questões internas deveriam ser resolvidas de maneira reservada, e não expostas publicamente, pois isso acabaria beneficiando adversários políticos.

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Em seu artigo, Marisa Lobo defende que divergências no campo conservador são legítimas e fazem parte do exercício da liberdade de expressão. Ela ressalta que esse direito não deve ser interpretado como ataque ao movimento e que a direita não pode cercear manifestações de apoiadores que discordam de posicionamentos de suas lideranças.

Ao mencionar o ex-presidente Jair Bolsonaro, a psicóloga afirmou que ele continua sendo a principal referência do bolsonarismo e declarou que as falas públicas de Damares estariam contribuindo para enfraquecer esse espectro político, favorecendo indiretamente os opositores.

Marisa também manifestou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado por ela como o pré-candidato natural da direita à Presidência. Ela defendeu que as lideranças conservadoras concentrem energias em torno da pré-campanha do parlamentar e deixem os atritos internos para depois das eleições.

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Ao encerrar seu raciocínio, a autora afirmou que uma eventual derrota da direita nas urnas poderá ser atribuída, entre outros fatores, à postura adotada por Damares Alves no período que antecede a disputa eleitoral. Marisa concluiu dizendo que a atuação da senadora será cobrada pelos próprios apoiadores do movimento. Com: GospelMais.

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