opinião
“Proteja os direitos”: Provérbios, Justiça e Religião
Apenas um povo lavado e remido pelo Sangue de Cristo é que pode reconhecer e estar presente na construção de bons governos.
A concepção que nós, cidadãos da República Federativa do Brasil e crentes da Igreja de Cristo, temos a respeito do que compõe um bom governo, só existe porque primeiro, fomos agraciados com a salvação: apenas um povo lavado e remido pelo Sangue de Cristo é que pode reconhecer e estar presente na construção de bons governos, já que, não há nada de bom que o homem faça, que não provenha do próprio Deus. Não é à toa que nos deparamos com a lição bíblica:
Eu, o SENHOR, lhes digo: façam o que é justo e honesto. Protejam dos exploradores aqueles que estão sendo explorados. Não maltratem, nem explorem os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Não matem pessoas inocentes neste lugar sagrado (Jeremias 22:3).
Em Provérbios 31:9 há uma lição de sabedoria para nós: “proteger os direitos dos pobres e dos necessitados”. Por extensão, cabe a nós defender a efetivação de outros direitos fundamentais como a dignidade da pessoa humana, a liberdade econômica, a saúde pública e a liberdade religiosa.
Após enfrentarmos o primeiro ano de pandemia, tem sido notório que, sob a justificativa de combater a doença, muitas autoridades têm suprimido liberdades e avançado em suas competências, colocando em xeque o próprio sistema constitucional democrático.
Os três braços do Poder – Legislativo, Executivo e Judiciário, têm sua parcela de responsabilidade na gestão desta primeira crise sanitária do mundo globalizado. Enquanto guardiões de uma ordem jurídica superior instituída sob o princípio democrático para a promoção do bem comum, a Constituição e seus mecanismos sofrem uma dura prova de exequibilidade prática.
Pensando nisto, o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) traz em sua terceira edição das Jornadas Virtuais de Estudo, absoluto sucesso em 2020, com mais de 8000 inscrições, como tema principal JUSTIÇA E RELIGIÃO. Falaremos sobre o papel da religião na efetivação da cidadania, os perigos do ativismo judicial na gestão da crise, e como o Poder Público deve buscar incorporar o direito à fé – o primeiro direito humano fundamental – como medida de efetividade da distribuição de justiça. De 24 a 28 de maio, sempre às 20 horas, com aproximadamente duas horas de duração!
Para isto grandes nomes brasileiros nos trarão grandes reflexões, estimulando o debate com a sociedade e aprimorando ainda mais nossa busca pelo bem de todos. E se estas lendo este artigo, és um leitor da Good Prime, entidade apoiadora de nosso evento, em razão disto temos um voucher especial de desconto para você, basta clicar neste link: Justiça e Religião.
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