israel
Terroristas se escondem do exército de Israel em igreja
Moradores muçulmanos e cristãos da cidade de al-Khader, nas proximidades de Belém, entraram em confronto após terroristas palestinos tentarem se esconder em uma igreja durante uma perseguição das Forças de Defesa de Israel.
Segundo as autoridades israelenses, dois militantes lançaram coquetéis Molotov contra veículos israelenses na região de Gush Etzion, na Judeia. O ataque não deixou feridos, mas provocou uma operação militar para localizar os responsáveis.
Durante a fuga, os suspeitos entraram na Igreja de São Jorge, onde moradores celebravam a tradicional festa de São Jorge no mosteiro da cidade. De acordo com a versão apresentada por Israel, os militantes tentaram se misturar à multidão que participava da celebração religiosa.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram que chegaram ao local, mas decidiram não entrar na igreja para evitar riscos aos civis e preservar o espaço religioso. Após a retirada das tropas, confrontos violentos foram registrados entre moradores cristãos e muçulmanos da cidade.
“O terroristas invadiram uma igreja durante um culto, usando cristãos como escudos humanos”, declarou o Ministério das Relações Exteriores de Israel. O governo israelense afirmou ainda que a violência contra cristãos no Oriente Médio frequentemente recebe pouca atenção internacional.
Veículos de imprensa palestinos apresentaram uma versão diferente dos acontecimentos. Segundo os relatos, tropas israelenses cercaram partes da cidade e utilizaram gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral antes de deixarem a região. A imprensa local informou que uma pessoa ficou ferida durante a operação.
A IDF declarou que os confrontos entre moradores começaram apenas após a retirada das tropas e foram motivados pela tentativa dos terroristas de se esconderem entre os participantes da celebração cristã.
O governador de Belém confirmou que houve uma discussão dentro da igreja envolvendo membros do clero e um homem da cidade de Beit Jala, mas atribuiu a escalada da tensão à entrada das forças israelenses em al-Khader.
O episódio relembrou casos registrados durante a Segunda Intifada, quando grupos armados palestinos utilizaram igrejas como refúgio durante confrontos com Israel.
Segundo o The Christian Post, o diplomata israelense George Deek afirmou que situações semelhantes ocorreram na região de Belém durante os anos da Segunda Intifada. O caso mais conhecido aconteceu em 2002, quando dezenas de militantes ligados ao Hamas, ao Fatah e às Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa ocuparam a Igreja da Natividade e mantiveram religiosos no local durante um cerco de 39 dias.
George Deek também citou uma pesquisa palestina divulgada em 2020, segundo a qual 43% dos cristãos palestinos acreditam que a maioria dos muçulmanos não deseja sua permanência no país.
O atual Mosteiro Ortodoxo Grego de São Jorge possui estruturas datadas do século XVI, embora registros apontem a existência de uma igreja no local desde o período das Cruzadas. A construção atual da igreja foi concluída em 1912.
-
brasil3 dias atrásParlamentar ‘trans’, Erika Hilton liga prostitutas à estabilidade do casamento
-
igreja3 dias atrásIncêndio de grandes proporções atinge igreja de Malafaia, e teto desaba
-
capa3 dias atrásMichelle: candidatura ao Senado é “missão” dada por Jair Bolsonaro
-
capa3 dias atrásFlávio Bolsonaro e Zema são os únicos que propõem impor limites ao STF
-
capa3 dias atrásFranklin Graham critica lei que permite aborto até o parto: “É assassinato”
-
capa2 dias atrásTarcísio diz que bets podem acabar com o Brasil: ‘Problema de saúde’
-
capa2 dias atrásIgreja Universal é criticada por lançar campanha inspirada em Neemias
-
capa3 dias atrásCom vantagem de quase 20 pontos, Tarcísio poderá vencer no primeiro turno
-
capa2 dias atrásAtaques deixam ao menos 31 cristãos mortos na Nigéria, incluindo bebê
-
capa2 dias atrásNikolas defende modelo de segurança de Bukele e detona atuação de ONGs
-
brasil2 dias atrásCrise no Brasil de Lula fecha centenas de lojas das Casas Bahia
-
capa2 dias atrásONU alerta para o aumento da violência contra meninas cristãs na Nigéria