sociedade
Time admite conluio entre bilionários para impedir reeleição de Trump
Republicano deixou o cargo denunciando fraudes eleitorais em favor de Biden.
A Revista Time publicou um artigo revelador sobre como bilionários poderosos fizeram um conluio para impedir a reeleição de Donald Trump. O texto revela a ousadia de grupos que interferiram no processo eleitoral, inclusive sugerindo manobras para impedir que o Republicano continuasse no poder.
O artigo intitulado “A história secreta da campanha sombra que salvou as eleições de 2020” apresenta o movimento como um esforço heroico para preservar a democracia e tentar desfazer as suspeitas levantadas por Donald Trump sobre os indícios de fraude.
No texto escrito por Molly Ball, é apresentado uma ação “paranóica” de um esforço para dificultar a vitória de Trump, apontando que a atividade foi um movimento ocorrido na esquerda, mas que contou com “contribuições cruciais” de atores apartidários e conservadores.
“Por mais de um ano, uma coalizão vagamente organizada de operativos lutou para sustentar as instituições americanas enquanto elas eram atacadas simultaneamente por uma pandemia implacável e um presidente com inclinação autocrática”, escreve.
A autora admite que o “trabalho tocou todos os aspectos da eleição” e afirma que houve manobras para mudar as leis e garantir “centenas de milhões em financiamento público e privado” para que Donald Trump fosse retirado do poder.
“Seu trabalho tocou todos os aspectos da eleição. Eles fizeram com que os estados mudassem os sistemas de votação e as leis e ajudaram a garantir centenas de milhões em financiamento público e privado”, admite. “Eles se defenderam de ações judiciais de supressão de eleitores, recrutaram exércitos de funcionários eleitorais e fizeram milhões de pessoas votarem pelo correio pela primeira vez”, continuou.
O texto chega a mencionar a pressão das mídias sociais contra a liberdade de expressão, afirmando que elas foram cobradas para adotar uma postura mais dura contra o que chamou de “desinformação”. “Eles pressionaram com sucesso as empresas de mídia social a adotar uma postura mais dura contra a desinformação e usaram estratégias baseadas em dados para combater as manchas virais”, disse.
“Após o dia da eleição, eles monitoraram todos os pontos de pressão para garantir que Trump não pudesse reverter o resultado”, diz. “É por isso que os participantes querem que a história secreta da eleição de 2020 seja contada, mesmo que pareça um sonho febril paranóico”, continuou.
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