vida cristã
Trump e Kamala fazem primeiro debate nos EUA
Os candidatos discutiram temas polêmicos como imigração, aborto e política externa, com momentos de troca de acusações e ataques pessoais.
Na noite de terça-feira (10), ocorreu o primeiro debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump e Kamala Harris, na Filadélfia, Pensilvânia. O estado é considerado chave para o pleito deste ano. Durante uma hora e 40 minutos, os candidatos discutiram temas polêmicos como imigração, aborto e política externa, com momentos de forte troca de acusações e ataques pessoais.
Trump, representando o Partido Republicano, iniciou o debate criticando o aumento da inflação americana e vinculou o problema à imigração ilegal, acusando imigrantes de tirarem empregos dos americanos. “A imigração ilegal está destruindo nossa economia”, disse o ex-presidente. Ele também destacou a imposição de tarifas sobre produtos estrangeiros durante seu mandato, defendendo que tais medidas prejudicaram apenas a China e não os Estados Unidos.
Kamala Harris, vice-presidente dos EUA e candidata do Partido Democrata, rebateu as acusações e afirmou que seu objetivo é criar uma “economia de oportunidades”, propondo redução de impostos para a classe média. Harris aproveitou a ocasião para criticar Trump por sua postura em questões sociais e mencionou a condenação criminal do ex-presidente, afirmando que ele “não tem moral para falar sobre imigração”.
No segundo bloco, o tema do aborto foi amplamente debatido. Trump acusou os democratas de serem “radicais” e afirmou ser favorável ao procedimento em casos de má-formação, estupro ou incesto. Ele defendeu que a questão do aborto seja decidida pelos estados. Kamala, por sua vez, defendeu a restauração do entendimento jurídico Roe vs Wade e criticou Trump, alegando que ele tentaria proibir o aborto em todos os estados caso fosse reeleito.
Durante o debate sobre política externa, Harris afirmou que deseja um cessar-fogo na Faixa de Gaza e destacou o trabalho pela libertação de reféns israelenses. Trump criticou a vice-presidente, acusando-a de “odiar Israel” e afirmou que os ataques terroristas de 7 de outubro não teriam ocorrido se ele fosse o presidente. Em relação à guerra na Ucrânia, Trump destacou suas boas relações com Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, prometendo acabar com a guerra antes de assumir, caso eleito.
O ex-presidente também foi questionado sobre suas declarações anteriores em relação à identidade racial de Kamala Harris. Ele afirmou não se importar com o tema, mas sugeriu que Harris passou a se identificar como afro-americana por conveniência eleitoral. Harris acusou Trump de tentar dividir os americanos por raça.
Em suas considerações finais, Kamala Harris ressaltou seu foco em criar oportunidades e melhorar o custo de vida nos Estados Unidos, destacando que faz parte de uma nova geração de líderes. Trump, por sua vez, adotou um tom pessimista, afirmando que os EUA são uma “nação em declínio” e que a imigração ilegal está destruindo o país.
-
capa5 dias atrásLíder de Burkina Faso rejeita Sharia islâmica e reafirma laicidade do Estado
-
capa5 dias atrásEvangelista diz ter recebido alerta divino sobre segundo turno das eleições
-
capa5 dias atrásGuerra: secretário dos EUA diz que o Irã “implora todos os dias” por acordo
-
capa5 dias atrásBispo Samuel Ferreira critica igrejas com “paredes pretas e luz de show”
-
capa5 dias atrásAugustus Nicodemus: melhor assistir doramas do que novelas da Globo
-
capa5 dias atrásNicarágua aprofunda cerco a direitos humanos e cristãos ficam mais ameaçados
-
brasil4 dias atrásChocante: adolescentes são autores de um terço dos casos de abuso sexual
-
capa4 dias atrásSociedade Bíblica traduz Bíblia para a língua de sinais e histórias no YouTube
-
capa4 dias atrásJustiça nega pedido de Davi Passamani para reassumir igreja
-
capa4 dias atrás‘Vamos construir um exército’, diz Michelle ao aceitar desculpas de Flávio
-
capa4 dias atrásFake news: advogado de Bolsonaro nega contato com Frota por ligação ao vivo
-
capa4 dias atrásJovens cristãos estão recorrendo à IA para questões espirituais, alertam pastores