estudos bíblicos
A insatisfação geral tem motivo, e solução!
“Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus”
Sei que não sou o único – longe disso –, que está insatisfeito com muito do nosso tempo. De fato, ultimamente, parece que se acentuaram as coisas ruins que nós mesmos produzimos. Dos serviços prestados à própria maneira com que nos tratarmos, a impressão que se tem é que tudo tem se deteriorado, manifestando uma animosidade geral que parecia estar latente, uma vez que o nosso ser é, naturalmente, tendencioso àquilo que é mais prejudicial do que benéfico; daí, o crescimento acentuado da insatisfação.
Creio que, antes de culparmos o nosso modus operandi como algo que deteriora a cada dia, temos de pensar naquilo que esteja ainda mais enraizado em nossas próprias consciências. A Bíblia nos fala do pecado, habitando em nosso corpo mortal (Romanos 7), mas, ao que tudo indica, há um afloramento, um crescimento vertiginoso das práticas pecaminosas, as quais moldam nossa civilização atual, transformando nossa modo de vida em algo quase ainda mais vil, insatisfatório, insuportável.
Apesar de todo o nosso avanço tecnológico e do esforço de algumas mentes pelo bem-estar geral das civilizações, somos surpreendidos pelo quanto temos nos tornado mesquinhos, juízes dos outros, faladores, ingratos, alheios ao próximo, odiosos em nossas atitudes, fracos em nossa fé, traidores, presunçosos. As pessoas quando erram, hoje, fazem uma cara feia, uma careta, posam de “difíceis”, emburram-se (como dizemos aqui, no Nordeste) e tudo isso para que não caiam no “imenso constrangimento” de serem chamadas à atenção por suas faltas. Tudo bem que tenhamos visto isto, ocasionalmente, como exceção. Mas, como regra?
Esse estilo de vida tortuoso ao qual nos amoldamos nos faz lembrar as palavras do Apóstolo Paulo: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” (Rm. 12:2). O problema foi, é e sempre será “este mundo”, o kosmos ao qual nascemos ligados pelo pecado, e que, caso não nos desliguemos do mesmo através da fé em Deus e do recebimento de seu próprio parâmetro de vida, viveremos com suas influências presas em nossas consciências, apodrecendo-nos a cada geração, como a nossa própria, que parece estar chegando no limite do que é possível ser suportado.
Não vejo qualquer luz no fim do túnel humano, o qual parece descer cada vez mais rumo a algo que não podemos prever muito bem; mas, decerto, nada de bom pode haver em seu fim. Lembro-me outra vez da Escritura, que nos adverte para aquilo que se nos apresenta como a chave que pode nos abrir uma porta, na verdade, uma saída, para este decrescente e sinistro túnel existencial no qual adentramos: “Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus”. Isaías 50:10b.

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