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Argentina faz licitação para comprar 10 mil pênis de madeira

Ministério da Saúde justificou medida alegando aumento das doenças.

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Bandeira da Argentina - Unsplash
Bandeira da Argentina (Foto: Reprodução/Unsplash)

O Ministério da Saúde da Argentina abriu uma licitação no mínimo inusitada, sendo 10 mil pênis de madeira polida para serem utilizados em campanhas de saúde e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

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A compra, porém, gerou muitas críticas no país pelo fato de ter estar sendo feita em um momento de pandemia e agravamento da situação econômica no país.

Além dos objetos em madeira, também foram solicitados compra de maletas e dispensers de preservativos, tendo sido autorizada a compra no valor de 13 milhões de pesos, equivalente a R$ 690 mil.

O jornal argentino La Nacion afirma que três empresas se candidataram para entregar os itens solicitados pelo governo.

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Itens de licitação do governo argentino

Itens de licitação do governo argentino (Foto: Reprodução/Print Screen)

Foram feitas ofertas de produtos importados e nacionais, com valores que variam entre 498 pesos (R$ 26,49) a 1.430 pesos (R$ 76,08), por unidade, no caso das importadas, e no meio está a de produção nacional, que sairia por 882 pesos (R$ 46,92).

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Sandra Marcela Tirado, secretária de Acesso à Saúde do governo argentino, indicou através de uma resolução, com data de 24 de junho, que a compra dos objetos “permitirá assegurar uma ampla disponibilidade de materiais de promoção cuja finalidade seja conscientizar e evitar a propagação de enfermidades de transmissão sexual”.

O Portal de Compras Públicas da Argentina traz detalhes sobre a compra dos produtos, tratando-se de 10 mil maletas de propileno de cor turquesa; ; 10 mil dispensers de preservativos; e 10 mil unidades de pênis de madeira polida.

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“A situação atual em nosso país em relação à transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis, mostra um aumento dos diagnósticos, principalmente nos casos de adolescentes e jovens. Tudo isso determina a necessidade de políticas de prevenção em Saúde Sexual”, afirmou um comunicado do Ministério da Saúde da Argentina.

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