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Marisa Lobo questiona apoio de psicólogos a Lula: ‘Dois pesos e duas medidas’

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A Federação Nacional dos Psicólogos (FENAPSI) tem desempenhado um papel ativo na articulação política e institucional em apoio ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, buscando consolidar pautas históricas da categoria no plano federal. Sob a gestão da presidente Vânia Maria Machado, a entidade tem promovido plenárias virtuais e mobilizações nacionais que reúnem psicólogos e profissionais de saúde mental com o objetivo explícito de defender pautas políticas, o que chamou atenção da psicóloga cristã Marisa Lobo.

Durante esses encontros, por exemplo, que contam com a participação de lideranças políticas do governo, como o ministro Alexandre Padilha, a federação debate visões estruturais do governo petista, como através da Plenária Virtual de Psicólogas e Psicólogos com Lula, que teve início na última quarta-feira desse mês (08) e seguirá até amanhã (10).

Críticas de Marisa Lobo

Esse alinhamento político e ideológico das entidades representativas da psicologia sofre duras contestações por parte de setores conservadores da profissão. A psicóloga e psicanalista cristã Marisa Lobo, conhecida por seu ativismo em defesa da família tradicional e dos valores conservadores, manifestou-se criticamente sobre a atual conjuntura política da profissão.

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Suas manifestações públicas e posicionamentos históricos evidenciam uma forte denúncia contra o que ela aponta como a “apropriação ideológica” e a “militância partidária” promovida pelos conselhos e federações de psicologia.

“Psicologos podem se mobilizar e apoiar Lula? Mas Psicólogos e Cristãos não? Cadê o conselho de psicologia?
Dois pesos e duas medidas?”, questiona Marisa Lobo em um vídeo gravado por ela e publicado nas suas redes sociais, como o Instagram.

Marisa Lobo critica enfaticamente a falta de equivalência no tratamento dispensado a psicólogos de esquerda em comparação com os profissionais conservadores. Segundo a psicóloga, os profissionais que professam a fé cristã e defendem preceitos conservadores são frequentemente alvo de perseguições políticas, processos éticos e tentativas de censura por expressarem suas convicções morais e religiosas no debate público.

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Ela argumenta que, enquanto os psicólogos alinhados à esquerda e ao governo Lula utilizam abertamente as estruturas institucionais da psicologia para promover palanques e militância político-ideológica sem sofrer qualquer tipo de sanção, os terapeutas conservadores enfrentam um ambiente hostil e punitivo que tenta criminalizar suas posições e restringir sua liberdade de expressão.

A crítica central aponta para a existência de dois pesos e duas medidas na psicologia nacional, onde a fé e o conservadorismo são atacados, enquanto o esquerdismo partidário goza de total validação e privilégio institucional.

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