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Pastores comentam novo atentado a Trump: ‘Satanás à solta’
Líderes cristãos nos Estados Unidos se manifestaram após a terceira tentativa de assassinato contra o presidente Donald Trump, registrada na noite de sábado durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado no hotel Washington Hilton, em Washington.
Participantes relataram momentos de tensão no local. Alguns afirmaram ter ouvido uma sequência de quatro disparos, enquanto outros disseram que o barulho de pratos quebrando se misturou às ordens de agentes de segurança e do Serviço Secreto para que todos se abaixassem. O vice-presidente JD Vance, o presidente e a primeira-dama Melania Trump foram retirados às pressas do palco.
O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, residente em Torrance, Califórnia. Segundo informações divulgadas, ele teria enviado um manifesto a familiares antes do ataque, no qual se descrevia como “Assassino Federal Amigável” e afirmava que pretendia atingir integrantes do governo.
Em entrevista ao programa 60 Minutes, da CBS, Donald Trump declarou que o suspeito demonstrava posicionamentos anticristãos. “Ele era um cristão praticante, e depois se tornou anticristão, e passou por muitas mudanças. Ele era um cara bem doente”, afirmou.
Entre os líderes que se pronunciaram está Franklin Graham, presidente da Samaritan’s Purse e filho do evangelista Billy Graham. Ele informou que estava entre os cerca de 2 mil participantes do evento no momento dos disparos. Em publicação nas redes sociais, declarou: “Após três tentativas de assassinato, algumas pessoas dizem que o presidente Donald Trump é um homem de sorte. Eu não acho que sorte tenha algo a ver com isso — acredito que seja a mão de Deus. O que você acha?”.
O pastor Robert Jeffress, da Primeira Igreja Batista de Dallas, afirmou em entrevista à Fox News que a nação precisa buscar a Deus diante do ocorrido. “Precisamos orar pela América para um grande esforço de renovação de nosso compromisso com Deus”, declarou.
Jeffress também relembrou um encontro recente com o presidente durante um evento na Casa Branca. “Ele me viu e fez um gesto para que eu me aproximasse e ficasse ao seu lado. E eu o fiz. E ele me pediu para orar”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “O presidente Trump acredita que Deus tem um propósito para ele, e é um propósito de Deus que não será frustrado. Eu agradeço a Deus por sua vida ter sido preservada”.
O líder cristão John K. Amanchukwu também comentou o episódio nas redes sociais, associando o caso ao ambiente de tensão política. “A violência não começa com a ação, começa com a atmosfera”, escreveu.
Já o pastor Jack Graham, da Igreja Batista Prestonwood e ex-presidente da Convenção Batista do Sul, mencionou a necessidade de buscar paz e discernimento espiritual. Ele recordou uma visita recente ao Teatro Ford, local onde o presidente Abraham Lincoln foi assassinado.
“Hoje nos lembramos vividamente do mal que ainda mata. Esta é uma guerra espiritual, e Satanás está em movimento. Que Deus nos dê misericórdia, graça e coragem para defender a justiça”, declarou, segundo o The Christian Post.
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