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Polícia impede igreja de realizar culto drive-in, no Canadá

Igreja já havia sido multada por realizar reuniões presenciais.

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Church of God Steinbach
Church of God Steinbach (Foto: Reprodução/Facebook)

No último domingo (29), a Church of God Steinbach, localizada na província de Manitoba, no Canadá, foi impedida pela polícia de realizar um culto de adoração drive-in. Ela já havia sido multada na semana passada em 5 mil dólares, por realizar um culto presencial.

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Na página do Facebook da igreja, eles postaram um vídeo mostrando inúmeros policiais, impedindo que os membros da igreja entrassem no estacionamento para o culto que iniciaria às 9h30.

Estava nevando, e os policiais ficaram impedindo as pessoas de entrarem no estacionamento da igreja, bloqueando a passagem, as pessoas estacionaram na rodovia. A mídia também estava no local.

O pastor sênior da igreja Henry Hildebrandt, disse que apesar das dificuldades ele ainda realizará o culto nesse domingo em forma de “protesto contra esses éditos tirânicos”.

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Na semana passada em uma carta aberta da igreja o pastor escreveu que embora “a Bíblia ensine os cristãos a serem bons cidadãos e obedecer às exigências razoáveis do nosso governo, ela não ensina obediência cega às autoridades quando as restrições onerosas são colocadas em nossas liberdades”.

Hildebrandt também argumentou que lojas de bebidas e supermercados podem permanecer abertos enquanto a comunidade religiosa recebe críticas, atenção da mídia, visitas dos policiais, visita da saúde pública de Manitoba e precisa cumprir a lei local.

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“Deve haver uma expressão de fé permitida que seja considerada essencial enquanto permitimos a venda de produtos em estabelecimentos que existem apenas para a venda de álcool, café, donuts, cannabis e fast food”, disse ele.

O pastor exortou os policiais a resistir a aplicação de “ordens draconianas e inconstitucionais”, e que é agradecido pela polícia. No palco no domingo ele afirmou que “Parece que vivemos em um Canadá diferente. É muito doloroso para mim”.

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O The Christian Post reportou que a congregação foi incitada a não se envolver com as autoridades policiais. “Este princípio não é apenas sobre serviços pessoais – este é um ataque indiscriminado à fé e à liberdade da igreja de cumprir seu dever divino”, disse Hildebrandt ao Epoch Times.

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