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Professor demitido por questionar ideologia de gênero tem vitória na Justiça
Josephson, atuava no departamento de psicologia da Universidade de Louisville desde 2003.

Allan M. Josephson, ex-professor da Universidade de Louisville, Kentucky, está retornando ao tribunal distrital para julgamento após uma vitória significativa no Tribunal de Apelações na última semana. Josephson alega que foi rebaixado e posteriormente demitido pela universidade após compartilhar suas opiniões sobre o tratamento de jovens com disforia de gênero durante um painel no think tank conservador Heritage Foundation, em Washington, D.C., em 2017.
Um painel de três juízes do 6º Tribunal de Apelações dos EUA decidiu a favor de Josephson, rejeitando os argumentos dos réus que reivindicavam imunidade com base na Décima Primeira Emenda e imunidade qualificada. “O tribunal distrital discordou, e nós também”, escreveu o juiz Andre Mathis, em uma decisão favorável ao professor.
De acordo com The Christian Post, Josephson, que atuava no departamento de psicologia da Universidade de Louisville desde 2003, participou de um painel em outubro de 2017, ao lado de Michelle Cretella, pediatra do Colégio Americano de Pediatras, e Paul Hruz, professor de endocrinologia na Universidade de Washington (Saint Louis). No evento, os especialistas questionaram a ideia de identidade de gênero e criticaram a administração de hormônios em crianças com dúvidas sobre seu sexo.
Após essa participação, Josephson alega que foi rebaixado e informado de que seu contrato não seria renovado, o que, segundo ele, foi uma retaliação por suas opiniões contrárias às ideologias LGBT. A defesa do professor foi conduzida pela Alliance Defending Freedom (ADF), cujos advogados argumentaram que o caso deve ser julgado.
“Universidades públicas não podem punir professores por terem opiniões diferentes de alguns colegas ou administradores”, afirmou Travis Barham, advogado sênior da ADF, que defendeu o caso no tribunal. “A decisão do tribunal reitera esse princípio fundamental. O Dr. Josephson teve uma carreira longa e respeitável, e foi punido por expressar sua opinião sobre tratamentos para crianças com disforia de gênero. Isso é exatamente o que a Primeira Emenda protege, e universidades públicas devem ser responsabilizadas quando violam a lei.”
O caso de Josephson reflete uma batalha mais ampla entre acadêmicos que questionam a agenda de ativistas LGBT e as instituições que, muitas vezes, se alinham com essas ideologias. Denny Burk, teólogo e professor do Boyce College, comentou sobre o caso em 2019, afirmando que médicos que se opõem a essa narrativa enfrentam intimidação e riscos à carreira. “Os ativistas LGBT silenciam e intimidam toda oposição à sua ideologia”, disse Burk.
A Universidade de Louisville ainda não respondeu oficialmente sobre o caso.

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