opinião
Ideologia de gênero não é coisa de Deus
Como essa ideologia tornou-se um risco para as crianças.
A maior estupidez que encontro na “ideologia de gênero”, está no fato de ela tentar distorcer a percepção que o outro tem a respeito de verdades absolutas. Sim, pois se alguém nasce biologicamente com um sexo, ele se torna definitivamente ligado a ele.
Mas, de forma impositiva, militantes querem nos enfiar goela abaixo uma visão distorcida da realidade. Essa visão, aplicada à educação infantil, destrói a capacidade das crianças construírem suas identidades.
Fica evidente a desonestidade intelectual daqueles que buscam aplicar ideias sobre gênero na cabeça dos pequenos, que nada sabem sobre sexualidade. Tentar ensinar que ninguém nasce homem ou mulher é algo doentio.
Diversos especialistas têm alertado sobre o perigo deste ensino e o mal que isso causa, apresentando de forma enganosa conceitos distorcidos sobre a formação da identidade sexual do indivíduo.
Crianças sendo submetidas a tratamentos de hormônios, bloqueadores da puberdade, cirurgias de mudança de sexo, medidas irreversíveis.
No entanto, ainda que “mutatis mutandis” – efetuadas as mudanças – a identidade biológica continuará ligada ao sexo de nascimento.
Sabemos que na criação, macho e fêmea foram criados por Deus, mas essas ideologias nascidas no inferno tentam distorcer esse fato. Coisa que em nada muda essa verdade, já que existe uma ligação natural do ser humano com sua identidade sexual natural.
Pais que permitem esse tipo de mutilação física e psicológica, verão no futuro o grande impacto negativo que isso trará. Teremos jovens e adultos com sérios problemas de personalidade.
Aqueles especialistas que se dedicam a estudar seriamente a “disforia de gênero”, sem as motivações costumeiras da comunidade LGBT, conclui que eventos traumáticos estão por trás da aversão das crianças ao sexo biológico.
Imagine o impacto que as drogas, utilizadas para reverter avanços naturais na formação do corpo destas crianças, causa a estrutura física delas? Como estará os cérebros dos jovens que, quando crianças, foram submetidos a esses tratamentos agressivos?
Profissionais de saúde estão sendo privados de apresentar um diagnóstico sério sobre os transtornos que enfrentam as crianças que buscam tratamento de mudança de sexo, sob pena de serem taxados de “transfóbicos”.
É desta forma que, golpeando a liberdade popular e desrespeitando o direito ao contraditório, militantes radicais impõem ideias que trarão prejuízo a sociedade no futuro.
Acusam-nos de preconceituosos, afirmando que sofrem perseguição, fazendo das suas opiniões leis e obrigando aqueles que são contrários a acolher suas escolhas e permitir suas bandeiras.
Intervenções médicas e cirúrgicas estão sendo realizadas nos jovens, sem antes abordar o problema psicológico que fazem eles buscar tantas mudanças em seus corpos.
Traumas que os levam a acreditar que nasceram no corpo errado, que precisam ser corrigidos fisicamente, segundo o que aprendem dos militantes do gênero.
O ativismo tem adentrado as escolas e buscado doutrinar as crianças sobre temas sensíveis, que se quer são capazes de entender. Precisamos protege-los e alertá-los sobre essas mentiras.
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