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Adultério de Philip Yancey ensina lições, diz Nicodemus

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A queda de Philip Yancey em adultério mantido por oito anos motivou o pastor Augustus Nicodemus a publicar um vídeo nas redes sociais com seis lições voltadas a cristãos, com ênfase em líderes evangélicos.

No vídeo, Nicodemus afirmou que recebeu a notícia com impacto pessoal. Ele disse: “Foi com muita tristeza que recebi a notícia da queda do Philip Yancey pela quebra do sétimo mandamento (não adulterarás). Ele confessou publicamente que vinha mantendo um relacionamento extraconjugal há oito anos com uma mulher casada”.

O pastor presbiteriano declarou que viu um sinal de arrependimento na iniciativa de Yancey de se manifestar e se afastar do ministério. Ele afirmou: “Graças a Deus que ele pediu perdão, reconheceu, admitiu, e também porque ele impôs sobre si mesmo essa disciplina, abandonando o seu ministério. Isso nos leva a pensar, a refletir sobre alguns pontos”.

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Nicodemus apresentou a primeira lição como um alerta sobre a vulnerabilidade espiritual. Ele disse: “O primeiro [ponto] é que nenhum servo está imune à queda, por mais piedoso ou influente que seja”. Ele citou expressões bíblicas como “vigiar e orar”, “o espírito está pronto, mas a carne é fraca” e “aquele que pensa que está em pé, cuide para que não caia”, e afirmou que isso deve levar a “um quebrantamento e uma reflexão a respeito da nossa própria vida”.

A segunda lição tratou da permanência do pecado e da necessidade de vigilância. Nicodemus afirmou: “Segundo ponto: o pecado ainda habita no crente e exige vigilância constante”. Ele acrescentou: “Nós nunca chegaremos ao estado de perfeição, sempre seremos pecadores, inclinados a todo mal, tentados e com a possibilidade de cair”.

Ao falar do terceiro ponto, ele disse que a situação traz um sentimento misto e que o pecado sexual desqualifica para o ministério público. Nicodemus afirmou: “Terceiro: o pecado sexual desqualifica para o ministério público”. Ele acrescentou: “Eu, por um lado, fiquei muito triste, por outro, pelo menos, agradeci a Deus que o Yancey se arrependeu e ele mesmo saiu, tomou a iniciativa de sair do ministério público, de sair das suas atividades”.

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No quarto ponto, Nicodemus declarou que a prioridade deve ser a glória de Deus e o bem da igreja. Ele disse: “Próximo ponto: a glória de Deus e o bem da igreja estão acima da reputação do líder”. Ele acrescentou: “Acima de tudo, a glória de Deus e o bem da sua igreja”.

A quinta lição abordou disciplina e resposta institucional. Nicodemus afirmou: “A igreja a que ele pertence, é uma igreja pequena, de uns 30 membros (ele fez isso de propósito para evitar o assédio), mas […] deveria passar por um processo disciplinar, não é?”. Ele acrescentou que o procedimento serviria para deixar claro que “os evangélicos não concordam com isso aí”.

No sexto ponto, Nicodemus afirmou que o episódio traz vergonha, mas não invalida a mensagem pregada. Ele disse: “A queda do Yancey, o pecado que ele cometeu, traz vergonha para todos os evangélicos, sem dúvida nenhuma, mas em momento nenhum desqualifica a nossa mensagem”. Ele declarou ainda: “A mensagem sempre é maior do que o mensageiro”, e concluiu que o Evangelho anunciado permanece verdadeiro ao afirmar que “Deus perdoa pecadores, Deus transforma pessoas” e que a igreja se sustenta “na graça de Deus”.

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