igreja perseguida
Al Shabaab ataca universidade e mata ao menos 70 no Quênia
Grupo terrorista praticou o segundo maior ataque do país.
No início do mês o grupo radical islâmico Al Shabaab invadiram o um campus universitário na cidade de Garissa no nordeste do Quênia, deixando ao menos 70 pessoas mortas e cerca de 80 feridas.
O atentado aconteceu numa quinta-feira (02/04), os combatentes trocaram tiros por várias horas com as forças de segurança e mantiveram os cristãos como refém.
O ministro do Interior do Quênia, Joseph Nkaiserry afirmou que foi um evento trágico: “Infelizmente perdemos um monte de vidas. Não confirmamos o total, mas são por volta de 70 alunos. E 79 ficaram feridos, sendo nove em estado crítico”.
Os estudantes ainda estavam nos dormitórios quando o ataque aconteceu, pois foi ao amanhecer. O maior ataque que aconteceu no país foi em 1998 quando a embaixada dos EUA foi atacada deixando 213 mortes, esse foi o segundo pior ataque que aconteceu desde então.
Muçulmanos são libertados e cristãos mantidos como reféns
O Al Shabaab assumiu a autoria do ataque que foi realizado nas primeiras horas da manhã a 140 quilômetros da fronteira com a Somália. O grupo tem ligações diretas com o grupo terrorista Al Qaeda e já realizou diversos ataques no Quênia.
Foram resgatados 500 dos 815 estudantes do Garissa University College, segundo o ministro, e acrescentou que algumas vítimas conseguiram escapar sem ajuda.
Os extremistas dispararam indiscriminadamente dentro das instalações da universidade. Uma medida de toque de recolher foi espalhada nas quatro regiões próximas à fronteira com a Somália, de acordo com Joseph Boinet, o chefe da polícia queniana, a ação é uma medida de segurança.
De acordo com o DW, um porta-voz das operações militares do Al Shabaab, Sheikh Abdiasis Abu Musab, disse que o grupo manteve muitos cristãos como reféns, enquanto libertavam os muçulmanos, contou ele à Reuters.
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