igreja perseguida
China é principal infrator de liberdade religiosa, diz relatório
Pesquisa revelou um aumento progressivo da opressão religiosa na China.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou seu mais recente relatório sobre a situação da liberdade religiosa em todo o mundo, destacando a persistente violação dos direitos humanos pela China. O secretário de Estado, Antony Blinken, enfatizou que governos ao redor do mundo continuam a atacar minorias religiosas, utilizando métodos como tortura, espancamentos, vigilância ilegal e campos de reeducação.
Blinken ressaltou os esforços dos grupos de direitos humanos em documentar genocídios e crimes contra a humanidade, mesmo enfrentando riscos pessoais consideráveis. O relatório abrangeu o ano de 2022 e revelou um aumento constante na opressão religiosa na China.
De acordo com a Fox News, um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou que a China continua sendo um dos piores violadores dos direitos humanos e da liberdade religiosa no mundo. No entanto, Pequim contestou as conclusões do relatório, afirmando que as declarações dos EUA carecem de base factual e distorcem as políticas étnicas e religiosas do país.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Wang Webin, rejeitou categoricamente as observações dos Estados Unidos, descrevendo-as como motivadas por viés ideológico e desprovidas de verdade ou racionalidade. Ele negou veementemente as acusações de genocídio, argumentando que são mentiras propagadas pelos EUA.
Segundo relatório da ABC News, estima-se que até 10.000 pessoas tenham sido presas na China em 2022 devido às suas crenças religiosas. Além disso, a pesquisa do Departamento de Estado destacou que países como Irã, Afeganistão, Índia e Coreia do Norte também são grandes violadores dos direitos religiosos de seus cidadãos.
A divulgação desse relatório ressalta a gravidade da situação da liberdade religiosa no mundo e traz à tona a necessidade de ações internacionais para proteger e promover esse direito fundamental. A China, em particular, continua sendo objeto de preocupação devido às suas políticas repressivas e abusos dos direitos humanos.
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