sociedade
Erdogan tenta esconder que Turquia participou de genocídio na Armênia
Especialistas alertam sobre motivação turca em promover guerras.
Desde o início do conflito no mês passada, a Turquia apoiou o Azerbaijão na guerra contra a Armênia, armando e enviando mercenários sírios e terroristas islâmicos na região de Nagorno-Karabakh, onde os armênios têm enfrentado um genocídio e deslocamentos em massa.
Agora o regime de Recep Tayyip Erdogan está negando que houve o genocídio dos armênios, apesar de haver inúmeros relatos de violência e abusos cometidos com participação do país, que sonha rem reviver o Império Otomano.
A história da Armênia já vem de centenas de anos com sofrimento do seu povo e a perseguição generalizada. Incluindo o genocídio do século XX, quando mais de 1,5 milhões de armênios foram dizimados pelo Império Otomano.
Estudiosos do Oriente Médio vem alertando a todos sobre as políticas expansionistas do turco Recep Tayyip Erdogan. A ambição do presidente está alcançando até Jerusalém e ele já demonstrou em falas e atitudes que espera a volta do antigo império.
Jornalistas têm sido capturados e levados para prisões turcas por causa do genocídio da Armênia. A capital da Turquia, Ancara, fica todos os anos nos primeiros lugares no ranking anual de violações humanas.
O papel da Turquia sobre o confronto em Nagorno-Karabakh, por meio de ações militares, impulsionados pelo regime de Erdogan é notório, não há como negar.
No mês passado Erdogan declarou que a cidade de Jerusalém é turca: “Nesta cidade que tivemos que sair aos prantos durante a primeira guerra mundial, ainda é possível encontrar vestígios da resistência otomana. Portanto, Jerusalém é a nossa cidade”.
O diretor executivo do Centro de Reportagem e Análise do Oriente Médio, Seth Frantzman, disse CBN News: “A Turquia é a maior ameaça emergente para o Oriente Médio”. Outros analistas também dizem que o mundo está testemunhando uma Turquia que quer guerra surgindo.
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