sociedade
Escola particular passa vídeo ensinando crianças da primeira série sobre masturbação
Pais se revoltam com o currículo escolar sobre sexualidade da Dalton School.
Os pais da Dalton School, uma escola de elite, que custa 55 mil dólares ao ano, descobriram no outono passado que seus filhos da primeira série estavam tendo aulas de educação sexual, incluindo masturbação.
Na época, os pais reclamaram com os administradores da escola e foram informados que foi uma má interpretação. Porém agora a notória educadora de Dalton, Justine Ang Fonte, liderou no mês passado um workshop explícito de “alfabetização pornográfica” em outra escola de elite.
Depois da exposição sobre essa aula de pornografia os pais de Dalton “bombardearam” a instituição novamente com mais reclamações sobre o currículo escolar, segundo fontes.
Sobre o conteúdo
O post mostrou um vídeo que foi usado em aulas de educação sexual para crianças de 6 anos. Uma delas fala sobre se tocar com prazer: “Ei, por que às vezes meu pênis fica grande às vezes e aponta para o ar?”, pergunta um garotinho no cartoon.
Ao ser explicado sobre a ereção, o menino balança a cabeça e fala: “Às vezes toco meu pênis porque é gostoso”.
Uma menininha, personagem do desenho animado interrompe e comenta: “Às vezes, quando estou no banho ou quando mamãe me põe para dormir, gosto de tocar na minha vulva também”.
A fonte tranquilizou os pais que as crianças aprendem lições sobre consentimento, e durante as aulas de sexualidade eles não utilizam a palavra “masturbação” e ensinam as crianças a não se tocarem em público.
Currículo gera revolta em pais
Mesmo assim, muitos pais ficaram revoltados com a exposição dos filhos a esse tipo de conteúdo, que também incluía identidade de gênero e expressão de gênero.
“As crianças têm nada menos que cinco aulas sobre identidade de gênero – isso é pura doutrinação”, disse uma mãe de Dalton.
“Essa pessoa não deveria estar ensinando crianças de forma alguma. Ironicamente, ela ensina as crianças sobre ‘consentimento’, embora nunca tenha obtido consentimento dos pais sobre o material sexualmente explícito e impróprio para a idade sobre transgêneros para alunos da primeira série”, acrescentou.
Outros pais, expressaram sua indignação com os administradores de Dalton. Esse trabalho seria supostamente financiado por um subsídio de 450 mil dólares em 2012, pela Pershing Square Foundation do bilionário Bill Ackman, cuja ex-mulher faz parte do conselho administrativo da instituição, segundo a Fox News.
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