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Hamas executa civis em Gaza após acordo e divulga vídeos

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Enquanto o presidente Donald Trump assinava nesta semana um acordo de paz que, segundo ele, garante a libertação de todos os reféns vivos mantidos pelo Hamas, o grupo divulgou vídeos gráficos de execuções públicas de pessoas que chamou de “criminosos e colaboradores de Israel”.

As imagens surgiram poucas horas após Trump anunciar o “fim de uma era de terror e morte”, ao formalizar um plano de 20 pontos. Um dos clipes exibidos mostra oito homens, espancados e vendados, de joelhos, que são alvejados na rua enquanto uma multidão aplaude. O material circulou nas redes logo após o anúncio do acordo.

O comentarista conservador Avery Daye afirmou: “Eu pensei que tudo o que nos importava era o bem-estar e a segurança dos palestinos, porque veja só, o terror do Hamas não parou.” Em seguida, declarou: “Acho que eles se esqueceram de continuar insistindo na narrativa porque agora estão postando vídeos de crianças muito saudáveis que não gostam de ter passado por um genocídio. Eles estão com roupas novas. Parecem muito bem nutridos. … Não vejo nenhuma criança faminta, nenhuma criança visivelmente sofrendo.”
Em outra crítica, o jornalista sueco Peter Imanuelsen escreveu: “O Hamas agora está executando civis publicamente em Gaza. Greta Thunberg organizará protestos contra isso?”

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Declarações de Trump

Na terça-feira, Trump publicou no Truth Social: “Todos os vinte reféns estão de volta e se sentindo tão bem quanto se pode esperar. Um grande fardo foi tirado, mas o trabalho não terminou. Os mortos não retornaram, conforme prometido! A Fase Dois começa AGORA!” O presidente também lembrou que os corpos dos reféns falecidos não foram devolvidos.

O anúncio do acordo foi apresentado por Trump como parte de um esforço para encerrar um ciclo de “terror e morte” e libertar os reféns vivos. A divulgação, pelo Hamas, de vídeos de execuções públicas logo após o anúncio gerou nova rodada de críticas e levantou questionamentos sobre a segurança de civis e a implementação dos pontos previstos no plano de paz.

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