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Igreja da Inglaterra emite orientações sobre memoriais com vínculos com a escravidão
Líderes são aconselhados a realizar uma pesquisa com a comunidade local.

A Igreja da Inglaterra emitiu uma nova orientações para auxiliar igrejas e catedrais a lidar com preocupações sobre memoriais de tem ligações com a escravidão. O lançamento se deu pouco tempo depois de um importante relatório sobre racismo institucional.
O documento reconhece que o patrimônio da igreja pode gerar raiva às pessoas com ligações ao racismo, demonstrada principalmente com a queda de estátuas durante protestos no ano passado.
Sobre isso a Igreja da Inglaterra disse que tais ações não podem ser toleradas, porém os sentimentos que levam a fazer isso pode ser compreendido para ver qual a melhor forma de reagir.
No entanto, muitas pessoas não veem a igreja como um lugar de consolo por causa de memoriais e dedicatórias contenciosas, que pode ser encontrado em monumentos, lápides, imagens e textos dentro dos templos e cemitérios.
“Os efeitos da escravidão continuam a impactar as vidas de muitas comunidades de minorias étnicas do Reino Unido para as quais, na melhor das hipóteses, esses objetos podem ser lembretes de um passado ‘superado’, um horror do qual celebramos nossa libertação”, diz o documento.
Se envolver em diálogos abertos
Além disso, foi orientado que as igrejas com herança contestada se envolvam em discussões com a comunidade local, em um diálogo aberto, para ampliar e resolver as questões que envolvem os sentimentos contenciosos dos memoriais que fazem parte dos templos.
“Na pior das hipóteses, para esses objetos permanecer no local sem discussão ou interpretação poderia ser considerada como implicando que a opressão e privação de direitos que eles evocam para muitos nas comunidades afetadas são socialmente e teologicamente aceitáveis para a Igreja”.
Nas diretrizes, a Igreja da Inglaterra salientou que a decisão de não renovar um monumento em particular pode ser tomada, porém a igreja deve pesquisar, consultar e refletir sobre as preocupações levantadas que atingem consequentemente as atividades missionárias, pastorais e litúrgicas.
“Embora a história não deva ser escondida, também não queremos celebrar ou homenagear incondicionalmente as pessoas que contribuíram ou se beneficiaram com a tragédia que foi o comércio de escravos”, disse o relatório, segundo o Christian Today.

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