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Juiz suspende restrição a adoração em Washington, na Semana Santa
Decisão do juiz federal aumenta o número de fiéis frequentando as igrejas.
No final da semana passada o juiz federal Trevor N McFadden decidiu que as igrejas de Washington, DC, podem realizar cultos presenciais sem restringir a capacidade imposta de 25% ou 250 pessoas.
Os templos religiosos agora podem usar 40% da sua capacidade, e devem manter as regras de distanciamento social para prevenção da saúde.
McFadden afirmou que as restrições obrigatórias do prefeito da cidade, Muriel Bowser em relação às casas de culto, eram falta de consideração, tomando como referência os direitos constitucionais.
De acordo com o juiz federal, as restrições discriminam as casas de culto, enquanto os cidadãos podem comprar bebidas alcoólicas e comidas em restaurantes sem as mesmas medidas impostas.
O juiz decidiu em favor da ação que foi movida contra a cidade pelo arcebispo católico romano de DC, para que antes da Semana Santa a decisão pudesse ser tomada em favor das limitações da capacidade das igrejas.
McFadden criticou a diferença feita com as igrejas em poder receber somente um quarto de seus fiéis enquanto comércios de comida podem receber quantos clientes quiserem se apenas seguirem o distanciamento social.
Em nota ele também acrescentou que as restrições de capacidade não eram aplicadas as igrejas que estavam comercializando produtos, somente quando se tratava de compartilhar o evangelho e adorar.
O ex-presidente Donald Trump que nomeou McFadden para o Tribunal Distrital dos EUA em 2017, e está sendo elogiado pelas decisões que vem tomando em favor das igrejas.
O juiz federal ainda salientou que a Basílica tem rejeitando muitos fiéis por causa dos protocolos, sendo que podem receber muito mais e ainda manter o distanciamento social.
As regras de 250 pessoas ou 25% da capacidade máxima foram impostas por Bowser antes do Natal. A ordem anterior ainda dizia que o máximo permitido era 50 pessoas mesmo se a igreja tivesse capacidade de receber 10 mil fiéis.
De acordo com o The Christian Post, o tribunal federal também bloqueou ordens rígidas às igrejas em Nova York em fevereiro deste ano, que aceitavam apenas 10 pessoas nas igrejas da zona vermelha.
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