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Malafaia diz que Moraes o impede de visitar Bolsonaro

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Em publicação no X, o pastor Silas Malafaia afirmou que não visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, porque estaria proibido de se comunicar com ele por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele direcionou a mensagem a pessoas que chamou de “fofoqueiros gospel de plantão”.

“Aos fofoqueiros gospel de plantão! Não posso visitar Bolsonaro porque estou com cautelares absurdas do ditador Alexandre de Moraes, que me colocou em um inquérito de pura perseguição política junto de Bolsonaro. Apreendeu meu passaporte e cadernos teológicos e me proibiu falar com Bolsonaro, Eduardo e Paulo Figueiredo. Antes de falar asneira, procure conhecer a verdade!”, escreveu Malafaia.

Na segunda-feira, 12 de janeiro, a defesa de Jair Bolsonaro pediu que o STF volte a analisar a condenação definida pela Primeira Turma, ao recorrer de uma decisão que barrou a apresentação de embargos infringentes, tipo de recurso usado para tentar reavaliar o resultado do julgamento. Os advogados apresentaram um agravo regimental e solicitaram que Moraes, relator do caso, reconsidere a decisão ou leve o tema ao Plenário para deliberação.

Em dezembro de 2025, Moraes já havia rejeitado embargos apresentados pela defesa para tentar reverter a condenação de 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal por tentativa de golpe de Estado. A defesa afirmou que, ao contrário do Plenário, as decisões tomadas pelas Turmas não exigiriam um número mínimo de votos divergentes para esse tipo de recurso e sustentou que impedir os embargos nessas condições restringe o direito de defesa.

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Os advogados também pediram que, se o recurso for aceito, prevaleça o voto divergente do ministro Luiz Fux, hipótese que, segundo a defesa, poderia levar à nulidade do processo ou à absolvição de Bolsonaro das acusações.

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