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Mocellin liga acolhimento de crianças atípicas na IPB à possibilidade do pecado

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Mocellin liga acolhimento de crianças atípicas na IPB à possibilidade do pecado
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O pastor Rodrigo Mocellin manifestou publicamente sua discordância em relação à decisão do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) de instituir um conselho destinado a acolher crianças atípicas e pessoas com deficiência. A medida foi aprovada recentemente pela denominação.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Mocellin questionou o emprego do termo “atípicas” e sustentou que muitos comportamentos associados a transtornos seriam, na sua avaliação, questões relacionadas à disciplina e à educação dos filhos.

O pastor também direcionou críticas à atuação da psicologia no diagnóstico de condições como TDAH e autismo. Segundo ele, a área estaria classificando como doenças comportamentos que deveriam ser tratados de outra maneira.

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“Estamos falando, em sua esmagadora maioria, dos ditos transtornos mentais, que de fato os psicólogos fingem ser doença, mas não são doença de fato.”

Mocellin afirmou ainda que alguns pais buscariam diagnósticos para justificar comportamentos dos filhos e evitar responsabilidades ligadas à educação.

“Os pais quase nos obrigam a dar um diagnóstico. Eles querem rotular os seus filhos com algum transtorno para ocultar a má educação que dão os seus filhos.”

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Ao comentar especificamente a decisão da IPB, o pastor declarou que a proposta de acolhimento poderia entrar em conflito com a compreensão que ele tem sobre pecado, disciplina e evangelho.

“Uma comissão de acolhimento de pessoas atípicas pode ser eufemismo para comissão de acolhimento ao pecado.”

Mocellin também criticou o que considera uma dependência de diagnósticos psicológicos dentro das igrejas. Para ele, a correção dos filhos e o ensino cristão não deveriam ser substituídos por rótulos.

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“É mais fácil dar um rótulo de transtorno falso, enviar para um psicólogo [do que corrigir a criança].”

O pastor acrescentou que a igreja não deveria aceitar diagnósticos sem questionamento e afirmou que, em sua avaliação, isso poderia reduzir a importância atribuída ao arrependimento e à transformação pelo evangelho.

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