sociedade
Pastor critica insegurança das urnas eletrônicas e perigo do “roubo do voto”
Coty usou o Twitter para alertar sobre uso da tecnologia nas eleições.
Para o pastor Marcos de Souza Borges, conhecido como pastor Coty, as urnas eletrônicas representam grave risco, pois geram “insegurança política e moral”. Ligado a organização Jovens Com Uma Missão (Jocum), ele alertou contra “roubo do voto”.
O pastor usou o Twitter para comentar um dos temas que tem sido objetivo de preocupação por parte dos conservadores, já que a urna eletrônica torna uma auditoria praticamente impossível. As eleições nos Estados Unidos tornaram o tema ainda mais preocupante.
“A insegurança política e moral gerada pelas urnas eletrônicas é mil vezes pior que a antiga, simples e morosa contagem manual de votos. Contagem de votos sem publicidade e que fica sujeita à avaliação de meia dúzia de especialistas é ilegal e imoral”, tuitou o pastor Coty.
A insegurança política e moral gerada pelas urnas eletrônicas é mil vezes pior que a antiga, simples e morosa contagem manual de votos. Contagem de votos sem publicidade e que fica sujeita à avaliação de meia dúzia de especialistas é ilegal e imoral.
— Marcos de Souza Borges / Coty (@PrCoty) November 24, 2020
Coty também apontou que “o problema da urna eletrônica sem voto impresso é que a fraude torna-se irredimível”. Pastor, escritor, missionário, conferencista, Diretor da Gráfica e Editora Jocum Brasil, Diretor do Instituto de Desenvolvimento de Conselheiros e Líder da base de Jovens Com Uma Missão em Almirante Tamandaré (PR), ele disse que o voto é o “maior roubo em evidência no Brasil”.
O maior roubo em evidência no Brasil é o roubo do voto. O problema da urna eletrônica sem voto impresso é que a fraude torna-se irredimível.
— Marcos de Souza Borges / Coty (@PrCoty) November 24, 2020
Bancada Evangélica
A Frente Parlamentar Evangélica, conhecida como Bancada Evangélica, foi criticada recentemente pelo pastor devido a passividade com que atua em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF). O pastor deu voz a reclamação de muitos evangélicos nas redes sociais.
Ele usou o Twitter para comentar sobre o fato de os políticos evangélicos não estarem atuando para conter os atos vistos como abusivos cometidos pelo Supremo. Ele questionou o motivo de “tanta passividade” e o fato de a Bancada Evangélica não pensar “fora da bolha”.
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