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Pastor culpa a Justiça por morte de ucraniana nos EUA

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Pastor culpa a Justiça por assassinato de ucraniana nos EUA
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A refugiada ucraniana Iryna Zarutska, de 23 anos, foi assassinada em 22 de agosto dentro de um trem leve em Charlotte, no estado da Carolina do Norte (EUA). Segundo comunicado do Departamento de Polícia de Charlotte-Mecklenburg, o suspeito identificado como DeCarlos Brown Jr., 34 anos, foi preso após receber alta de um hospital local, onde foi tratado de ferimentos sem risco de vida. Ele foi formalmente acusado de homicídio em primeiro grau.

Embora o crime tenha ocorrido há mais de duas semanas, a tragédia passou a ganhar atenção nacional apenas após a divulgação de imagens de câmeras de segurança, que mostram os momentos anteriores e posteriores ao assassinato. O governo do presidente Donald Trump informou que está analisando as circunstâncias que levaram ao episódio, em meio a discussões mais amplas sobre segurança pública e justiça criminal nos Estados Unidos.

Contexto político e social

O caso ocorre em um momento em que o conflito entre Ucrânia e Rússia continua a mobilizar a comunidade internacional, enquanto nos EUA intensifica-se o debate sobre a aplicação da lei e as falhas do sistema de justiça criminal. A morte de uma jovem que buscava refúgio de uma região devastada pela guerra gerou indignação também fora do país, inclusive no Brasil, onde lideranças cristãs se manifestaram.

Repercussão no Brasil

O pastor Ageu Magalhães, da Igreja Presbiteriana de Vila Guarani, em São Paulo, publicou nota expressando repúdio ao que classificou como falha do Poder Judiciário. Ele destacou que o acusado possuía um histórico de prisões, sendo liberado sem fiança em sua última detenção.

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“O assassino de Iryna tinha histórico de prisões e, na última, foi solto sem fiança. Como disse Thomas Watson, ‘a respeito de um criminoso que cometeu seis assassinatos, pode-se dizer que o juiz é culpado de cinco deles, porque não executou o criminoso por sua primeira ofensa’”, escreveu Magalhães.

Já o pastor Jack, da Igreja Vintage, em Porto Alegre (RS), relacionou o caso ao que descreveu como um preconceito contra brancos em ambientes sociais e políticos:

“Existe hoje um ódio (racismo) aos brancos no mundo todo e pastores têm medo de falar sobre isso”, afirmou.

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