igreja perseguida
Policial é suspenso por orar fora de serviço perto de clínica de aborto
Departamento de Polícia Metropolitana de Louisville alegou que oficial violou estatuto estadual.
Em fevereiro deste ano, um policial não identificado do Departamento de Polícia Metropolitana de Louisville (LMPD), Kentucky, EUA, estava em frente ao Centro Cirúrgico Feminino da EMW rezando o rosário, em silêncio por volta de uma hora, antes do amanhecer de um sábado de manhã.
No entanto, ao ir trabalhar naquela mesma manhã mais tarde, o oficial que havia acabado de iniciar a sua patrulha recebeu uma ordem para retornar ao escritório da divisão. Lá ele foi informado que estava de licença administrativa remunerada enquanto aguardava investigação.
Mas investigação do quê? Ao que tudo indica apenas por exercer seus direitos de cidadão americano e conversar com Deus em frente a uma clínica de aborto sem uniforme, durante o seu descanso.
Foi assim, que um veterano de 13 anos, sem violações disciplinares anteriores com uma esposa e quatro filhos pequenos para manter, ficou em licença por tempo indeterminado por seu suposto ato flagrante de oração.
LMPD não tinha respaldo para acusação
O departamento enviou ao oficial avisos sobre possíveis violações de seus Procedimentos Operacionais Padrão e de um estatuto do Kentucky. Porém, o advogado da Thomas More Society, Mattt Heffron, que defendeu o oficial disse que nada havia sido violado.
Os advogados da TMS enviaram um pedido aberto ao LMPD, e argumentaram que as questões políticas não estão sendo tratadas na mesma forma, pois embora tenham disciplinado o policial por orar, não fizeram nada em relação aos policiais que marcharam uniformizados com manifestantes da Black Lives Matter e paradas LGBT.
Heffron disse que a LMPD não tinha base para se apoiar, pois as câmeras de segurança da clínica mostravam que ela estava fechada, a rua estava praticamente deserta e dois dois caminhavam silenciosamente para frente e para trás enquanto rezavam o rosário.
Agora o policial está de volta ao trabalho. “Estamos felizes pelo policial que o Departamento de Polícia de Louisville finalmente fez a coisa certa e colocou um bom policial de volta nas ruas”, disse Heffron, de acordo com o CBN News.
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