Siga-nos!

internet

Rodrigo Bibo, da demissão por falar de dízimo ao sucesso literário

Avatar

em

ADVERTISEMENT

Rodrigo Bibo, podcaster, escritor e pregador, é o autor do livro O Deus que Destrói Sonhos, obra que alcançou mais de 600 mil cópias vendidas e se tornou um best-seller nacional. Neste ano, o autor lançou seu segundo sucesso editorial, Como se Tornar um Cristão Inútil, que esteve entre os títulos mais vendidos da editora Thomas Nelson durante a Bienal do Livro de São Paulo.

Antes do reconhecimento literário, Bibo já era conhecido por abordar temas teológicos complexos em seu podcast Bibotalk, um dos pioneiros do gênero no meio cristão. Em entrevista ao PodCrê, ele relatou sua trajetória e experiências ministeriais.

Nascido em um lar não cristão, Rodrigo Bibo se converteu aos 17 anos e passou a dedicar-se intensamente ao estudo das Escrituras. Interessado em teologia, mergulhou nos temas da fé e da doutrina cristã, mas recorda que, no início, viveu um período de rigor denominacional. “Cheguei a dormir de calça, porque bermuda era considerada pecado”, contou. Com o tempo, ao aprofundar-se na leitura bíblica, ele afirma ter aprendido a equilibrar fé e graça, afastando-se do que descreve como radicalismo religioso.

ADVERTISEMENT

Bibo destacou também que sempre teve afinidade com a comunicação. Antes de fundar o Bibotalk, chegou a trabalhar em uma rádio da igreja, mas foi desligado por expressar opiniões consideradas polêmicas. O podcast, criado ainda antes da popularização do formato no Brasil, passou a atrair ouvintes interessados em debates teológicos e em questões pouco exploradas nas congregações tradicionais.

Seu primeiro livro, O Deus que Destrói Sonhos, foi escrito para provocar uma reflexão sobre o comportamento espiritual imaturo, alertando os cristãos quanto ao risco de exigir algo de Deus como se Ele devesse satisfações. Já em Como se Tornar um Cristão Inútil, Bibo propõe um olhar humilde sobre a condição humana diante de Deus, lembrando que “somos naturalmente caídos e não podemos nos considerar merecedores de nada”.

Trending