opinião
Rumores de guerra: os ânimos exaltados dos governantes mundiais
Os homens parecem estar mais dispostos ao conflito do que ao diálogo.
Vivemos tempos difíceis. Isso pode ser observado em qualquer lugar do mundo. A polarização, as crises econômicas, as disfunções sociais, a instabilidade política e o extremismo religioso nunca nos ameaçaram tanto.
E isto, como bem sabe o cristão, é cumprimento das Escritoras: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos […], mais amigos dos prazeres que amigos de Deus” (2 Timóteo 3.1,2,4).
O próprio Mestre nos advertiu de que nos últimos dias haverá “guerras e rumores de guerras” e que “se levantará nação contra nação e reino contra reino” (Mateus 24.6 e 7).
Nós vivemos tempos assim, onde os homens parecem estar mais dispostos ao conflito do que ao diálogo. Qualquer coisa vira motivo de ameaças e indisposição entre as nações, levando muitas vezes ao conflito bélico.
Apesar de entendermos que essas coisas acontecem para cumprir as Escrituras, acredito também que o cristão não deve se conformar com isso, mas buscar transmitir o padrão de paz ensinado por Jesus Cristo.
Afinal, às Escrituras nos ensinam que devemos seguir “a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).
Por isso, os líderes governamentais, principalmente aqueles que manifestam a fé cristã, precisam aprender a buscar o bem de todas as maneiras, pois os cristãos devem promover a paz e não o conflito.
Sabemos que a paz permanente só será alcançada através do governo de Cristo, que é o Príncipe da paz (Isaías 9.6), mas isso não significa que devemos nos conformar com o ódio e o conflito.
A verdade é que não podemos desistir de fazer o bem (Gálatas 6.9), pois um dia receberemos nossa recompensa, se não desfalecermos.
Contudo, o que tenho visto é que existem pessoas que se dizem cristãos, mas gostam de promover embates, conflitos e ódio entre as pessoas. Ignoram toda a dor e sofrimento que esses conflitos causam.
Não posso concordar que os cristãos estejam conformados com os rumos que o mundo está tomando. Acredito que o cristão deve repudiar toda a forma de violência e promover a paz entre os povos.
Tenho convicção que essa perspectiva é compartilhada por todos os pastores que tem a Bíblia como guia de conduta. Ninguém quer ver os homens se digladiando e a humanidade sofrendo por tantas guerras.
A célebre frase de Benjamin Franklin traz a melhor expressão sobre o que estou tentando transmitir: “Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim”.
O cristão genuíno deve anunciar o “evangelho da paz” (Efésios 6.15) e promover o amor, a fraternidade e o diálogo, refutando o ódio e a violência. Demos instruir os governos a acalmar os ânimos.
-
capa4 dias atrásIrã fecha igreja protestante mais antiga de Teerã e intensifica repressão a cristãos
-
capa4 dias atrásCid Guerreiro, autor de “Ilariê”, emociona ao cantar versão gospel no SBT
-
capa4 dias atrásPresbiteriana aprova inclusão de pessoas homoafetivas como membros e ministros
-
brasil4 dias atrásMarido de Sasha Meneghel, filha de Xuxa, diz que não é mais evangélico
-
capa1 dia atrásEduardo Bolsonaro encontra Netanyahu durante evento evangélico nos EUA
-
brasil18 horas atrásHeloísa Rosa e Marcus Grubert anunciam separação: “Preservação dos filhos”
-
capa1 dia atrásRJ inicia obras do parque bíblico “Terra Prometida”, estimado em R$ 200 milhões
-
capa24 horas atrásArgentina vive transição espiritual: evangélicos crescem, catolicismo recua
-
brasil1 dia atrásEleições: Flávio se mantém empatado com Lula no 2° turno, diz nova pesquisa
-
capa1 dia atrásPastor cria ambiente cristão no Minecraft para atrair os jovens: “É o salão deles”
-
capa26 minutos atrásIgreja Presbiteriana reprova envolvimento com o marxismo: ‘Incompatibilidade’
-
capa14 minutos atrásTeo Hayashi contraria Presbiteriana e defende movimento Legendários