igreja
Um em cada quatro acredita que a igreja deve liderar na solução de problemas
Pesquisa feita nos EUA mostrou que cristãos se interessam por trabalhos sociais.
Ao longo dos últimos 30 anos, o Barna Group já realizou mais de um milhão de entrevistas através de centenas de estudos, tornando-se uma fonte de informações sobre fé, cultura, liderança e vocação. Em seu último relatório, em parceria com a Lutheran Hour Ministries, os pesquisadores estudaram o impacto de iniciativas cristãs em favor das comunidades locais.
O estudo tinha como objetivo responder a pergunta: “A igreja deveria estar envolvida em resolver problemas locais?” Os analistas queriam identificar quem a população em geral acredita que ser a mais adequada para resolver problemas em sua comunidade local, a fim de encontrar a melhor posição para a igreja cristã diante deste cenário.
Como as iniciativas locais de apoio a sociedade costumam envolver várias organizações, incluindo aquelas sem fins lucrativos e que envolvem voluntários, assim como igrejas e outros grupos religiosos, a Barna buscou saber como a sociedade avalia a atuação destas organizações e qual seria a mais confiável.
Embora os dados tenham sido coletados antes da crise causada pela covid-19, as idéias por trás do levantamento continuam relevantes para entender a importância da atuação das igrejas em oferecer algum tipo de ajuda humanitária para a sociedade.
A pesquisa constatou que os adultos dos EUA olham primeiro para o governo, sendo que apenas um em cada quatro afirma que igrejas e organizações cristãs devem assumir a liderança em ações para resolver problemas em uma comunidade.
Segundo os dados da pesquisa, é mais provável que identifiquem o governo (42%) ou os cidadãos (26%) como solucionadores de problemas locais adequados. A igreja foi a primeira opção (7%) para muito poucos não-cristãos, não ficando nem entre os três primeiros.
Por outro lado, os cristãos praticantes que participaram da pesquisa afirmaram também que estão envolvidos em grupos que impactam suas comunidades, sendo que eles próprios assumiram ter um nível de iniciativa individual, independente.
Os dados da pesquisa também revelaram que metade dos não-cristãos afirma que as boas obras persistiriam sem pessoas de fé ou organizações religiosas. Enquanto que a maioria dos que se identificam como cristãos afirmam que pessoas de fé e organizações religiosas são responsáveis pela maioria das boas obras nos EUA.
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