sociedade
Abortos são a principal causa de morte no mundo em 2025
O Worldometer exibiu, em 2025, a estimativa de cerca de 73 milhões de abortos induzidos no mundo, com números atribuídos à Organização Mundial da Saúde (OMS).
A OMS informou que a estimativa global gira em torno de 73 milhões de abortos induzidos por ano. A OMS registrou que 61% das gestações não planejadas terminam em aborto induzido e que 29% de todas as gestações têm esse desfecho, considerando a soma de diferentes contextos legais e de acesso.
A taxa média mundial apresentada por bases usadas nessas estimativas ficou em torno de 39 abortos por mil mulheres de 15 a 49 anos.
O Guttmacher Institute estimou cerca de 121 milhões de gestações não planejadas por ano em recorte recente, com 61% delas terminando em aborto, número que se aproxima da referência anual de 73 milhões.
A comparação com outras causas de morte varia conforme a fonte e o recorte estatístico. A OMS registrou “quase 10 milhões” de mortes por câncer em 2020 e apontou que o tabaco causa “mais de 7 milhões” de mortes por ano. A OMS também estimou 630 mil mortes relacionadas ao HIV em 2024.
Organizações pró-vida enfatizam que cada aborto representa a interrupção de uma vida em desenvolvimento. Parte desse discurso sustenta a singularidade biológica desde o início da gestação, enquanto outras vozes contestam o alcance moral e jurídico dessas definições no debate público.
A mobilização pró-vida nos Estados Unidos marcou para sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, em Washington, D.C., a March for Life, de acordo com o LifeNews.
Na União Europeia, o Parlamento Europeu aprovou, em quarta-feira, 17 de dezembro de 2025, um texto de apoio à iniciativa cidadã “My Voice, My Choice”, que defende um mecanismo de solidariedade financeira para facilitar o acesso ao aborto em outros países do bloco. A proposta prevê um modelo voluntário de adesão e depende de decisão posterior da Comissão Europeia sobre eventuais medidas.
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