vida cristã
Após Acordos de Abraão, Sudão apreende bens de grupo terrorista que apoiava
Sudão pode ser perdoado em 50 bilhões em dívidas internacionais como parte dos Acordos de Abraão.
Enquanto o Hamas na Faixa de Gaza continua sendo um inimigo militar para Israel, a recente decisão do Sudão de apreender bens do grupo terrorista Hamas, incluindo ativos de instituições imobiliárias e financeiras, ataca a forma como o Hamas financia seu estado terrorista.
“É um golpe para as capacidades financeiras do Hamas, o que é importante por si só. O Sudão era um grande centro onde a atividade econômica do Hamas estava ocorrendo e era uma das principais fontes de renda para esta organização”, disse o ex-chefe da inteligência militar de Israel, general Yossi Kupperwasser.
De acordo com a CBN News, Yossi disse que o Sudão, antes um patrocinador estatal do terror, está deslocando sua aliança para o Ocidente.
“É importante para o Sudão porque é uma mensagem de que ele está realmente tentando se livrar de seu passado como um centro de atividade do Hamas e atividades financeiras do Hamas”, disse Kupperwasser.
O movimento do Sudão representa uma mudança significativa na região e mais evidências de que os Acordos de Abraão continuam a dar frutos. O Sudão foi um centro para o Islã radical e abrigava Osama bin Laden, mas em 2019, os sudaneses derrubaram o ditador Omar al-Bashir e o país começou a mudar.
Ano passado, o presidente Donald Trump abriu o caminho para o acordo de paz entre Sudão e Israel quando removeu o Sudão da lista de patrocinadores do terrorismo. Segundo Kupperwasser, os Acordos de Abraão tiveram um papel muito importante na decisão do Sudão.
“Acho que quando o Sudão decidiu embarcar nessa iniciativa e se juntar aos Acordos de Abraão, eles sabiam qual era o preço. Acho que os americanos e os israelenses estavam entregando esta mensagem: você não pode ter os Acordos de Abraão de um lado e continuar apoiando o Hamas por outro”, continuou ele.
O Sudão também pode ser perdoado em 50 bilhões de dólares em dívidas internacionais, como parte dos acordos. O movimento também representa uma mudança mais ampla na região. No domingo, pela primeira vez, a EgyptAir voou diretamente do Cairo para Tel Aviv.
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