sociedade
China lança sol artificial movido a energia nuclear
Rabino alerta para profecia sobre avanço da ciência no fim dos tempos.
A China ativou, na semana passada, um enorme dispositivo chamado tokamak HL-2M, que usa um campo magnético fortíssimo para prender o plasma quente na forma de um toro com o objetivo de gerar energia usando essa fusão nuclear.
Tokamak é uma abreviação de um termo russo usado para descrever um “confinamento magnético toroidal”, praticamente o que faz esse dispositivo. A intenção seria usar o dispositivo, supostamente, para o desenvolvimento sustentável do país.
Essa fusão junta os núcleos atômicos e criam grandes quantidade de energia, processo oposto do usado para construção de armas atômicas e usinas nucleares, onde os fragmentos são divididos. Essa fusão oferece menos risco de acidentes pois não cria lixo radioativo.
O dispositivo pode operar a 270 milhões de Fahrenheit, temperatura essa dez vezes mais quente que o sol, capaz de produzir energia usando hidrogênio e gases deutério como combustível, criando um processo chamado nucleossíntese estelar.
Sinais dos Tempos
O HL-2M pode levar até 10 segundos para atingir um tempo de confinamento de plasma magnético, de acordo com o engenheiro –chefe, Yang Qingwei, do Instituto de Ciência de Fusão da CNNC, supervisor do projeto, reportado pela Xinhua, agência oficial de notícias do governo.
O diretor do Instituto, Xu Min, afirmou que o dispositivo é o maior sol artificial da China e com os melhores indicadores. A China anunciou que pretende construir um reator experimental no próximo ano, com um prazo de um protótipo industrial até 2035 e em uso comercial até 2050, em grande quantidade.
Já vimos a ciência alcançar conquistas que foram destrutivas para humanidade, é o caso de Robert Oppenheimer, conhecido como o pai da bomba atômica e citou um texto hindu de Bhagavad-Gita declarando: ”Agora me tornei a morte, o destruidor de mundos”, quando viu a detonação de sua arma em 16 de julho de 1945.
O Israel365News informou que o rabino Yosef Berger, afirmou que tais experimentos podem trazer resultados desastrosos, mas que a Bíblia já havia previsto, e citou um versículo de Isaías que disse que nos finais dos tempos haveria uma luz sete vezes maior que o sol, e que as consequências seriam desastrosas:
“E a luz da lua será como a luz do sol, e a luz do sol sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o Senhor ligar a quebradura do seu povo, e curar a chaga da sua ferida. Eis que o nome do Senhor vem de longe, ardendo a sua ira, sendo pesada a sua carga; os seus lábios estão cheios de indignação, e a sua língua é como um fogo consumidor”, (Isaías 30:26-27).
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