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Cristãos ajudam mães tailandesas a desistirem de aborto
“Centro de ajuda cristão na Tailândia oferece esperança e apoio à grávidas em meio a mudanças na legislação sobre aborto.
Após engravidar aos 15 anos, Anong, uma jovem tailandesa, fugiu de casa para viver com a família de seu namorado. Embora eles tenham recebido ajuda da família, o jovem casal ainda se sentia perdido sobre como lidar com a situação. Dúvidas se acumularam e ameaçaram sobrecarregar a jovem. Ela pensava que o aborto era o caminho mais fácil, até que recebeu ajuda.
Meses antes, a missionária da IMB, Beth Hipps, começou a construir uma rede de crentes e profissionais de saúde em Chiang Mai, Tailândia, que desejavam andar ao lado daqueles que enfrentavam gravidezes inesperadas. Um desses crentes ouviu a história de Anong e entrou em contato com Hipps em busca de ajuda. Naquele dia, ela e uma amiga conseguiram levar Anong a uma clínica para fazer um ultrassom.
Ao longo das próximas semanas, elas discutiram suas perguntas e problemas e a ajudaram a perceber que ela não estaria sozinha se decidisse dar à luz. Quatro meses depois, Anong deu à luz a uma menina saudável. Enquanto ela se adaptava à maternidade, continuou recebendo apoio de Hipps e de outros crentes. Ela também ouviu o Evangelho e soube que sua família estava recebendo orações.
Nesse sentido, essa experiência mudou a vida, não apenas para Anong e sua família, mas também a de Hipps. Ela vinha orando e esperando estabelecer o primeiro centro de gravidez de crise em Chiang Mai, mas não tinha ideia de como começar, exceto pela construção de uma rede de conexões.
Vários anos depois, Hipps ajudou a fundar um centro de gravidez de crise chamado ELM Pregnancy Center que possui sete equipes de apoio em toda a Tailândia. Essas equipes mostram às mulheres grávidas e adolescentes quais são suas opções, acompanhando-as passo a passo, para que tenham apoio em cada estágio da gravidez e até dois anos após o nascimento do filho.
Segundo Baptist Press, as equipes de apoio, compostas apenas por crentes, ajudam as mulheres a fazer ultrassons e consultas pré-natais. Elas as ensinam usando um livreto que explica o que enfrentarão em cada trimestre e como seus bebês estão se desenvolvendo. Essas informações dão às mulheres conhecimento sobre como se preparar e o que esperar em cada fase da gravidez.
“Queremos equipar e capacitar as mulheres a escolher a vida. Acredito que estamos prestes a escrever a narrativa pró-vida na Tailândia”, disse Hipps.
Por fim, a ELM está desempenhando um papel crucial na Tailândia, agora mais do que nunca, atendendo às necessidades físicas e, o mais importante, às necessidades espirituais das mulheres grávidas. Nos últimos anos, a Tailândia despenalizou o aborto e, em 2022, o país ampliou o acesso ao aborto de 12 semanas até a 20ª semana de gravidez.
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