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Evangélicos espanhóis pedem orações após acidente de trem

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Uma organização evangélica de alcance nacional na Espanha manifestou solidariedade às vítimas do acidente ferroviário ocorrido em Adamuz, na província de Córdoba, na Andaluzia, que deixou 41 mortos e centenas de feridos, segundo dados oficiais divulgados pelas autoridades espanholas.

O acidente aconteceu quando um trem da Renfe Alvia, que seguia de Málaga para Madri, colidiu com um trem da operadora Iryo, que fazia o trajeto inverso, de Madri para Huelva. As autoridades confirmaram ao menos 292 pessoas feridas, das quais 12 permanecem internadas em unidades de terapia intensiva, incluindo quatro crianças. Equipes de resgate continuam atuando no local, e o governo regional alertou que o número de mortos pode aumentar, já que há indícios de pessoas presas sob os destroços dos vagões mais danificados.

Investigadores da Comissão de Investigação de Acidentes Ferroviários informaram que a principal hipótese é uma falha em uma junta entre dois trechos de trilhos. O ministro dos Transportes, Óscar Puente, classificou o caso como “extraordinariamente estranho”, destacando que a linha havia passado por uma reforma concluída em maio de 2025, com investimento estimado em 700 milhões de euros.

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Diante da tragédia, a Federação de Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha (FEREDE) divulgou uma nota pública convocando as igrejas à oração e expressando condolências às famílias atingidas. A entidade afirmou que a comunidade evangélica compartilha “o choque e a profunda dor” provocados pelo acidente e pediu intercessão a Deus por conforto aos enlutados, recuperação dos feridos e sabedoria às autoridades, equipes de emergência e especialistas envolvidos na apuração das causas.

A federação também defendeu a adoção de medidas para reforçar a segurança ferroviária, com o objetivo de evitar novos acidentes, e declarou confiar “na esperança da vida eterna em Cristo”, reafirmando a fé no amor de Deus mesmo em meio ao luto.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, visitou Adamuz e decretou três dias de luto nacional. O rei Felipe VI também se pronunciou, expressando consternação e preocupação com a tragédia. Ele afirmou que acompanha de perto as informações repassadas pelo governo central e pela administração regional da Andaluzia, além de confirmar que avalia a possibilidade de visitar a região afetada.

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Felipe VI destacou que a prioridade das autoridades segue sendo o atendimento às vítimas, o apoio às famílias e o trabalho contínuo das equipes de resgate. O monarca também elogiou a atuação de moradores de Adamuz que prestaram auxílio imediato no local da colisão, afirmando que a solidariedade demonstrada pela população merece reconhecimento.

Enquanto as investigações prosseguem, líderes cristãos e autoridades públicas mantêm manifestações de apoio às vítimas, segundo relato do portal Christian Daily.

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