mundo
Furacão Melissa deixa rastro de mortes no Haiti
Ver essa foto no Instagram
Pelo menos 25 pessoas morreram na cidade costeira de Petit-Goâve, no sul do Haiti, após as fortes chuvas provocadas pelo furacão Melissa causarem o transbordamento do rio La Digue e o alagamento de dezenas de casas. A tragédia ocorre enquanto a tempestade continua avançando pelo Caribe, deixando um rastro de destruição em vários países.
De acordo com o prefeito Jean Bertrand Subrème, as inundações começaram na madrugada de terça-feira (28), quando o volume de água tomou ruas inteiras e arrastou residências. Em meio à destruição, equipes de resgate ainda buscam desaparecidos.
Na Jamaica, cerca de 25 mil pessoas foram deslocadas para abrigos, e ao menos uma morte foi confirmada. A rede elétrica foi gravemente afetada, deixando 77% da ilha sem energia. O governo local trabalha para restabelecer os serviços e abrir espaço para operações humanitárias.
Em Cuba, onde o furacão deve causar mais danos, aproximadamente 735 mil pessoas já foram levadas a abrigos. Casas desabaram e telhados foram destruídos pela força dos ventos. As províncias de Granma, Santiago de Cuba, Guantánamo, Holguín e Las Tunas permanecem sob alerta de furacão, enquanto regiões das Bahamas e das Bermudas enfrentam o mesmo risco.
A força da tempestade
Melissa mantém ventos sustentados de 160 km/h, sendo classificada como um furacão de categoria 2. Ao atingir a costa jamaicana, chegou a 298 km/h, equivalente à categoria 5, tornando-se um dos ciclones mais fortes já registrados no Atlântico. Mesmo após perder intensidade, continua apresentando ameaças severas de maré de tempestade, inundações e deslizamentos.
O Centro Nacional de Furacões (NHC) alertou para a possibilidade de “inundações catastróficas e numerosos deslizamentos de terra” no leste de Cuba e no sul das Bahamas. Espera-se precipitação adicional entre 200 e 300 milímetros nessas regiões, com chuvas mais leves — entre 5 e 10 centímetros — em partes do Haiti, República Dominicana e norte de Cuba.
Riscos contínuos
Na Jamaica, os acumulados de chuva já ultrapassam 60 centímetros em algumas áreas montanhosas, com previsão de aumento nas próximas horas. O governo planeja reabrir os aeroportos na quinta-feira (30) para receber organizações de ajuda humanitária e distribuir suprimentos essenciais às comunidades mais afetadas.
A entidade cristã Samaritan’s Purse classificou Melissa como “o furacão mais poderoso a atingir a Jamaica”, mobilizando voluntários para o envio de alimentos, kits de higiene e equipamentos de emergência.
Mesmo com o enfraquecimento da tempestade, o NHC alertou que as próximas 24 horas ainda serão críticas para as ilhas do Caribe, com alto risco de novas inundações e deslizamentos.
-
capa4 dias atrásPesquisa aponta empate entre Flávio e Lula no primeiro e segundo turnos
-
capa4 dias atrásCidade bizantina revela presença cristã há 1.600 anos, no deserto do Egito
-
brasil4 dias atrásPastora comenta polêmica de promotora: “Pisou na terra do manto e da glória”
-
capa4 dias atrásMenina cristã luta na Justiça para voltar à família após sequestro de muçulmano
-
brasil4 dias atrásDamares Alves abandona campanha de Flávio Bolsonaro; Eduardo reage: “Traição”
-
capa5 dias atrásJoyce Meyer anuncia despedida do Brasil com evento em São Paulo
-
capa3 dias atrásCâmara de BH aprova PL que cria programa de combate à cristofobia
-
brasil3 dias atrásEleições: Michelle Bolsonaro redireciona estratégia entre os evangélicos
-
capa3 dias atrásHomem abandona o islã ao comparar Maomé com Jesus: “Tudo está exposto”
-
capa3 dias atrásDaniel Alves teve “um encontro com Jesus na prisão”, revela pastor
-
capa3 dias atrásPara atrair evangélicos, Lula compartilha jingle gospel em rede social
-
capa3 dias atrásPagamento com a palma da mão chega ao Brasil: “Sinal da besta?”