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Incêndio em Igreja copta deixa 41 cristãos mortos no Egito
Bairro extremamente povoado fica próximo ao Rio Nilo.

Incêndio ocorrido nesse domingo (14) numa igreja copta no Cairo, matou 41 pessoas na maior comunidade cristã do Oriente Médio.
De acordo com Correio Brasiliense, houve 41 mortes e 14 feridos. O incêndio ocorreu na Igreja Abou Sifine, reverenciado pelo coptas.
Na ocasião, um caminhão dos bombeiros ocupou quase toda a rua da igreja, no bairro que é extremamente povoado e que está situado á margem esquerda do Rio Nilo.
“O ar-condicionado de uma sala de aula no segundo andar do edifício onde se encontra a igreja sofreu uma pane e liberou uma grande quantidade de fumaça, que foi a causa principal das mortes e ferimentos”, explicou o Ministério do Interior.
Reda Ahmed, moradora do bairro, informou que os vizinhos estavam procurando as crianças. Mas, segundo ela, quem ia não voltava porque o incêndio ficou muito forte.
O fogo foi controlado mais tarde, segundo as autoridades.
Posteriormente, o padre Farid Fahmy, oficial da igreja vizinha, disse que o incêndio ocorreu por causa de um gerador ligado que sofreu queda de energia por conta de sobrecarga.
O Ministério Público abriu investigação para apurar essas questões.
“Mobilizei todos os serviços estatais para garantir que todas as medidas sejam tomadas”, reagiu o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi.
Sissi também anunciou que “apresentou suas condolências por telefone” ao papa copta Tawadros II, chefe da comunidade cristã no Egito desde 2012.
A Igreja Ortodoxa Copta tem uma ligação política principalmente com o atual governo. Já que o líder Twadros II se declara defensor de Sissi, presidente egípcio.
Aliás, Sissi, foi o primeiro presidente a participar de uma missa de Natal Copta.
Vale ressaltar, que no Cairo há vários assentamentos informais e, por isso, incêndios ocorrem com certa frequência.
Em março de 2021, pelo menos 20 pessoas morreram em um incêndio em uma fábrica têxtil na periferia leste do Cairo.
Em 2020, dois incêndios em hospitais tiraram a vida de quatorze pacientes com covid-19.
Apesar de terem muitos seguidores, os coptas não se sentem representados politicamente, e lamentam as restrições da legislação egípcia com relação a igrejas cristãs e serem bem mais liberais para as mesquitas.
Os coptas sofreram várias represálias. Principalmente após a derrubada por Sissi em 2013 do presidente islamita Mohamed Mursi, com igrejas, escolas e casas incendiadas.

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