brasil
‘Não chamo de pastor’, diz Janja sobre Malafaia
Ver essa foto no Instagram
A primeira-dama Janja respondeu a críticas feitas pelo pastor Silas Malafaia sobre suas reuniões com mulheres evangélicas. A declaração foi feita durante a quarta edição do Encontro Nacional de Evangélicos do PT, realizado na segunda-feira, 8 de junho, com a participação de lideranças partidárias, parlamentares e representantes ligados ao segmento religioso.
Ao comentar as críticas recebidas, Janja afirmou que valoriza o diálogo com mulheres evangélicas independentemente da quantidade de participantes ou do grau de notoriedade pública delas.
“Não chamo ele de pastor. Ele teve a cara de pau de ir à rede social e falou que eu estava conversando com mulheres insignificantes. Insignificante é ele. Porque toda mulher para mim é importante. Não importa se fiz uma reunião com duas, três, duzentas ou mil. O importante é que conversei. Ouvi elas”, declarou.
A fala foi uma reação a uma entrevista concedida por Silas Malafaia em agosto de 2025. Na ocasião, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo afirmou que os encontros promovidos pela primeira-dama não contavam com mulheres de destaque no meio evangélico.
Desde o ano passado, Janja tem ampliado sua participação em iniciativas voltadas ao público evangélico. Entre as ações realizadas estão visitas a igrejas, participação em cultos, eventos religiosos e entrevistas em podcasts direcionados a esse segmento.
As agendas fazem parte da estratégia de aproximação entre o Partido dos Trabalhadores e os evangélicos, grupo que representa uma parcela significativa do eleitorado brasileiro. O tema tem sido tratado com frequência por integrantes do governo e por lideranças petistas nos últimos meses.
Apesar desse movimento, pesquisas recentes indicam desafios para a gestão federal junto a esse público. Levantamento Genial/Quaest divulgado em maio mostrou que 65% dos evangélicos desaprovam o governo de Lula (PT). Na mesma pesquisa, a aprovação da administração federal entre os entrevistados desse segmento foi de 30%.
Os dados reforçam o cenário de disputa pela confiança do eleitorado evangélico, considerado estratégico para as próximas eleições e para a consolidação da base de apoio do governo em diferentes regiões do país.
-
igreja4 dias atrásMissionária tem visão de guerra dos EUA contra o Brasil
-
política4 dias atrásNa Marcha, Flávio diz que país vive ‘guerra espiritual’
-
arqueologia bíblica4 dias atrásPintura de Jesus da antiguidade é encontrada na Turquia
-
testemunhos4 dias atrásIdeologia trans deixou marcas e arrependimento, diz jovem
-
brasil4 dias atrásCV e PCC são terroristas: maioria dos brasileiros aprova
-
mundo4 dias atrásEscritora diz que mês do orgulho LGBT é obra de Satanás
-
brasil4 dias atrásFarmácia que exige CPF para dar desconto é condenada
-
música4 dias atrásCaso Michael Tait é ‘trágico’, diz fundador do Newsboys
-
esporte3 horas atrás‘Evangélica’, Rayssa Leal admite relação com influenciadora
-
mundo3 horas atrásCisma anglicano: igrejas rompem com a Igreja da Inglaterra
-
política2 horas atrásFlávio amplia intenção de votos contra Lula, diz pesquisa GERP
-
mundo2 horas atrásApós terremoto nas Filipinas, cristãos enviam ajuda humanitária